Cidades
Publicada em 01/09/2016 - 23h06min

História, arte e letras

Acadêmicos resgatarão trabalhos de patronos

Agora é oficial. Está instituída a Academia Mogicruzense de História, Artes e Letras (AMHAL) que, sem fins lucrativos, tem por objetivo difundir a obra e memória de grandes artistas que marcaram - e ainda marcam - a história da cidade

Foto: Daniel Carvalho

Cerca de 200 pessoas foram à cerimônia na Igreja Ordem Terceira do Carmo
Agora é oficial. Está instituída a Academia Mogicruzense de História, Artes e Letras (AMHAL) que, sem fins lucrativos, tem por objetivo difundir a obra e memória de grandes artistas que marcaram - e ainda marcam - a história da cidade. Cerca de 200 pessoas, segundo organizadores, estiveram presentes na tarde de ontem na Igreja Ordem Terceira do Carmo, no centro da cidade, para a cerimônia de posse da diretoria que, por sua vez, coordenará os trabalhos a serem realizados pelos 30 acadêmicos que representarão os patronos (personalidades mogianas já falecidas) da AMHAL.
Originário de uma discussão em conversas de grupo de pensadores ligados à cultura mogiana, e mais tarde difundida pelas redes sociais até dar fruto a longas discussões e reuniões nos últimos sete meses, o AMHAL surge agora com a responsabilidade de resgatar e deixar para a posteridade, por meios digitais e impressos, todo histórico e publicações de seus patronos.
"Ao todo são 40 patronos, dos quais 30 empossados hoje (ontem) com seus respectivos acadêmicos que, por sua vez, têm a missão de pesquisar e divulgar a história e obra de seu patrono", explicou a vice-presidente da Academia, Vera Lúcia Meira Magalhães. Ela ocupará a "cadeira 3", indicada como patrona a professora Nyssia Aparecida Freitas Meira, letrista, poetisa e autora de dezenas de livros e que, por anos, foi colunista do jornal Mogi News. "É uma emoção e honra muito grande ficar responsável pela divulgação do trabalho da minha mãe e, claro, poder fazer esta homenagem", disse, emocionada, Vera Lúcia.
O jornalista e autor de diversos livros sobre a História de Mogi das Cruzes, Isaac Grinberg, foi indicado como patrono da cadeira 4, ocupada pelo acadêmico Claudio Ferreira Santos. A viúva de Grinberg, Benedita Grinberg, ficou emocionada ao colocar a pelerine no acadêmico. "É uma homenagem linda, pena que póstuma, mas que mostra o reconhecimento de tanto trabalho, pesquisa e dedicação para divulgar a história e acontecimentos da cidade".
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