Cidades
Publicada em 02/01/2018 - 20h56min

Região central

Estacionar na rua volta a ser proibido em alguns trechos

O estacionamento de veículos voltou a ser proibido nos trechos da rua José Bonifácio e Coronel Souza Franco que receberam vagas durante o período de final de ano

Foto: Mogi News

Estacionamentos nas ruas Cel Souza Franco (foto) e José Bonifácio foram retirados
O estacionamento de veículos voltou a ser proibido nos trechos da rua José Bonifácio e Coronel Souza Franco que receberam vagas durante o período de final de ano. Os motoristas, no entanto, poderão continuar utilizando as vagas implantadas nas ruas Capitão Manoel Caetano, Doutor Paulo Frontin e Navajas.
Com isso, 40 vagas de estacionamento controlado na região central continuarão à disposição da população. Na rua Manoel Caetano são 12 vagas no trecho entre as ruas Coronel Souza Franco e José Bonifácio, enquanto na rua Doutor Paulo Frontin são 11 vagas no trecho ao lado da catedral de Santana, ou seja, entre a rua Capitão Manoel Caetano e a rua Padre João. A mesma situação acontece na rua Navajas, com 17 vagas no trecho entre as ruas Doutor Deodato Wertheimer e Presidente Rodrigues Alves.
"Em todos estes locais, o estacionamento continuará a ser permitido mesmo após o período de final de ano, oferecendo mais opções de locais para os motoristas que se dirigem ao centro da cidade", explicou o secretário municipal de Transportes, Eduardo Rangel.
O secretário lembrou ainda que, além dos locais que permanecem à disposição dos motoristas para estacionamento, também foram criadas neste ano vagas no final da rua Braz Cubas, ao lado da praça Oswaldo Cruz.
Por outro lado, na rua José Bonifácio, o estacionamento volta a ser proibido entre as ruas Major Arouche de Toledo e Coronel Moreira da Glória, enquanto na rua Coronel Souza Franco a medida volta a valer entre as ruas Capitão Manoel Caetano e Presidente Rodrigues Alves.
"É importante que os motoristas fiquem atentos à sinalização nestes locais em que haverá a alteração, voltando ao que era praticado até o início de dezembro", disse o secretário.
Nestes dois casos, a proibição é necessária para a garantia da fluidez e segurança viária.
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