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Publicada em 30/01/2018 - 20h56min

região

Habilitado o consórcio que vai operar balanças

Lote 7 contempla 2 estradas do Alto Tietê: a Mogi-Guararema e a Índio-Tibiriçá, em Suzano

Foto: Divulgação

André do Prado (à dir.) se reuniu com Volpi, do DER, e frisou que condições das estradas vão ser melhoradas
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) habilitou o consórcio VD Balanças SP para operar o lote 7 de balanças em rodovias estaduais que contempla, entre elas, a da Mogi-Guararema (SP-66) e a Índio Tibiriçá (SP-31), em Suzano.
O deputado estadual André do Prado (PR) havia solicitado em reuniões com o superintendente do órgão, Ricardo Volpi, a retomada do funcionamento dos serviços para ajudar a manter a boa qualidade das estradas. 
O valor apresentado pelo consórcio habilitado foi de R$ 5.096.577,36. O posto de pesagem da Índio Tibiriçá, que liga o Alto Tietê ao Grande ABC, também está na relação do lote 7 e a balança fica localizada na base da Polícia Rodoviária, segundo informou a assessoria do deputado.
Agora, há um período de recursos de cinco dias. Superada esta fase, a próxima etapa é a assinatura do contrato.
A expectativa, caso tudo transcorra com normalidade, é de que isso aconteça ainda em fevereiro. A partir disso, a estimativa do Estado é de que o serviço seja retomado em um mês e meio, prazo necessário para que o consórcio contrate equipes e adquira aparelhos para o funcionamento.
Para o deputado, o mais importante é que a Mogi-Guararema, modernizada nos últimos anos, seja preservada, bem como empregos sejam criados. "Este equipamento é importante para ajudar a manter a boa qualidade da pista. Com a operação da balança, muitos veículos pesados, que utilizavam a Mogi-Guararema como rota de escape da fiscalização em outras rodovias, vão ter que se adequar ao peso tolerado para as estradas. Além disso, a volta do serviço significa empregos", comentou.
Em 2016, o parlamentar havia solicitado a prorrogação emergencial do contrato com a empresa anterior para que o serviço não fosse descontinuado e para que os trabalhadores não fossem demitidos. O DER renovou. O último prazo acabou na metade do segundo semestre passado.
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