Cidades
Publicada em 11/06/2019 - 00h40min

Projetos prometem desafogar o trânsito

A reportagem do Mogi News questionou as prefeituras do Alto Tietê em relação às propostas que permitam maior fluidez no trânsito. Em Biritiba Mirim, por exemplo, as vias mais movimentadas são as ruas Francisco Ferreira Lopes e rua Coronel Souza Franco, bem como a avenida Maria José de Siqueira Melo. Apesar de a cidade não ter semáforos, a administração municipal garante que "a estruturação da sinalização e alteração de sentidos de circulação proporcionará novos percursos para os condutores chegarem aos bairros".
Em Ferraz de Vasconcelos, a prefeitura informou que investe na sinalização vertical e horizontal para levar fluidez ao trânsito. Já as ruas mais movimentadas são Lourenço Paganucci, avenida Governador Jânio Quadros, avenida Brasil, rua Tancredo de Almeida Neves, rua Godofredo Osório Novaes e rua Santos Dumont. As vias de maior congestionamento de Santa Isabel são as avenida da República e avenida Manoel Ferraz de Campos Salles, nos horários de pico das 17 às 19 horas. "Para minimizar os impactos os semáforos foram reprogramados", disse a administração municipal.
Já em Poá, a Secretaria de Transportes e Mobilidade Urbana criou, no final do ano passado, o Plano de Mobilidade, com isso pôde ouvir as reivindicações da população. "Realizamos uma série de reuniões com técnicos de diferentes secretarias para elaborar o Plano de Mobilidade Urbana e também foi feito um diagnóstico, após analisar uma série de dados de pesquisa realizada com 750 poaenses e ainda ao avaliar outros quesitos que envolvem o transporte coletivo e o sistema viário. Foi uma oportunidade importante para ouvir a população e receber sugestões", comentou o secretário de Transportes, Wilson Lopes. 
Por sua vez, Suzano destacou que a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana também elaborou o Plano de Mobilidade. Para isso, fez diversos levantamentos sobre questões como transporte público; acessibilidade às pessoas com deficiência e idosos; espaço destinado aos pedestres e ciclistas dentro da malha urbana; capacidade viária; desafios de mobilidade nos principais corredores de tráfego das regiões central, norte e sul; entre outras. A prefeitura completou dizendo que "o trabalho foi minucioso, já que levou em consideração o desenvolvimento do município, o crescimento populacional e até mesmo da frota de veículos, que teve um aumento 96,5% entre 2008 e 2018". O Plano de Mobilidade irá direcionar os projetos da administração pelos próximos anos. 
Já Arujá promoveu uma série de medidas ao longo da última década para que a cidade pudesse, de forma planejada, se preparar para o grande crescimento populacional e, consequentemente, de veículos previsto para os anos seguintes. Entre as medidas estão intervenções viárias e adaptações necessárias para a reordenação do fluxo de veículos. (L.P.)
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