Esportes
Publicada em 11/06/2019 - 00h41min

Felipe Antonelli*
maior campeão

Ataque mortal torna o Uruguai um dos favoritos

Conhecida pela determinação, seleção quer continuar liderando o ranking sul-americano

Historicamente, o Uruguai é conhecido pelo seu povo determinado e aguerrido, que sempre lutou por seus direitos. Não é diferente no futebol, no qual o time ficou famoso por sua vontade e empenho dos atletas.
E é assim que os comandados do experiente Óscar Tabáres entram em campo em qualquer situação, ainda mais em competições continentais, como é o caso da Copa América, em que a seleção - sempre colocada entre as favoritas - detém o maior número de títulos: 15. Sem falar nas duas taças da Copa do Mundo, uma conquistada aqui no Brasil, em cima da seleção brasileira, em 1950, no confronto conhecido como "Maracanazo".
A Celeste, inclusive, foi a primeira vencedora da competição, ainda nos primórdios do futebol, em 1916. A última taça do torneio veio em 2011, quando ganhou do Paraguai por 3x0.
Se desde o início da Copa América a seleção já demonstrava a sua força, quem dirá agora, com craques reverenciados no mundo todo, como o artilheiro Luis Suárez e seu companheiro Edinson Cavani. Além de um ataque mortal, a seleção uruguaia conta ainda com uma defesa sólida, que toma poucos gols, liderada pelo capitão Diego Godín.
Nos últimos três amistosos que a Celeste realizou como preparação para a Copa America, chuva de gols: 3x0 no Uzbequistão, 4x0 na Tailândia e o recente 3x0 no Panamá. Mesmo com adversários inferiores, o forte ataque se impôs sobre os adversários aplicando dez gols em três jogos.
Como diz o velho ditado: retrospecto não entra em campo. Mas ao falar de uma seleção com tanta tradição e camisa pesada - não só no torneio -, mais uma conquista no Brasil não surpreenderia ninguém.
* Texto supervisionado pelo editor.
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