Opinião
Publicada em 26/11/2019 - 23h40min

Rossieli Soares da Silva

Valorização dos professores

Educação se faz com pessoas e o professor é o ator mais nobre de uma sociedade. No Plano Estratégico 2019-2022 da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (Seduc), temos um foco essencial nesta gestão do governador João Doria (PSDB), que é valorizar o professor e melhorar a aprendizagem das nossas mais de 3,5 milhões de crianças, adolescentes, jovens e adultos que estudam nas 5,1 mil escolas estaduais.
Um dos projetos prioritários deste Plano é o "Profissionais da Educação para o Século 21", que tem o olhar atento em oferecer condições justas para que os nossos professores sejam valorizados e reconhecidos.
Em uma pesquisa recente com a resposta de 35 mil docentes da rede estadual, 76% deles apontaram que não estão satisfeitos com o salário inicial e 61% responderam que não estão contentes com os critérios de evolução do modelo atual da carreira.
Com base neste tipo de escuta, em estudos e experiências que deram certo no Brasil e internacionalmente, apresentamos no dia 13 deste mês a reestruturação da carreira do professor da rede estadual paulista. Trata-se de uma modernização arrojada, cuja principal mudança é que, a partir de 2022, o salário inicial no regime de 40 horas semanais será de R$ 4 mil - o que representa um aumento de 54,7% sobre o valor pago hoje, de
R$ 2.585,00. Será o maior crescimento do salário inicial da história de São Paulo!
Com um salário de R$ 4 mil, os professores de São Paulo receberão mais do que 92% dos brasileiros e 89% dos paulistas. Cada vez mais os nossos estudantes precisam dizer: "Eu quero ser professor, eu quero cursar uma faculdade para me tornar professor e transformar vidas!". No topo da carreira, o professor poderá chegar a um salário de R$ 11 mil. Os docentes com mestrado e doutorado serão ainda mais valorizados, com acréscimo salarial de 5% e 10%, respectivamente.
A proposta será enviada à Assembleia nos próximos dias.
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