Cidades
Publicada em 25/03/2020 - 23h28min

Felipe Antonelli
Veículos

Furtos aumentam e roubos diminuem em Mogi

Foto: Mogi News/Arquivo

Somente entre janeiro e fevereiro deste ano, 126 veículos foram furtados na cidade
Se por um lado o número de roubos de veículos caiu consideravelmente no primeiro bimestre deste ano, a quantidade de furtos de automóveis apresentou aumento em comparação com os dois primeiros meses do ano passado. Isso é o que aponta relatório realizado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) e divulgado ontem.
Foram 29 pessoas que tiveram seus veículos roubados entre janeiro e fevereiro deste ano, número 38,2% menor que as 47 vítimas do mesmo crime em igual período de 2019. Já em relação aos furtos, de acordo com o levantamento da Pasta estadual, o aumento foi de 31,2% - 126 veículos foram furtados neste período enquanto que no ano passado 96 veículos foram subtraídos.
Vale ressaltar que a diferença entre os dois está na forma como o criminoso efetua o crime. Enquanto nos furtos a vítima não está presente no momento da ação criminosa, nos roubos o assaltante aborda a vítima e subtrai o pertence, no caso o veículo.
Homicídios
Além deste índice, o levantamento também apontou que o ano começou mais violento nas cinco cidades mais populosas do Alto Tietê - Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Poá - conhecido como G5 da região. Isso porque o número de homicídios nestes municípios aumentou 109% no primeiro bimestre em comparação a igual período do ano passado.
Em janeiro e fevereiro de 2019, 11 pessoas foram assassinadas na região, ao passo que em igual período deste ano, 23 foram mortas.
Os números que mais chamam atenção são referentes a Suzano, onde seis pessoas foram assassinadas neste ano - três em cada um dos meses. No ano passado, apenas uma ocorrência do tipo foi registrada no município.
Os homicídios de Itaquá também aumentaram consideravelmente. No primeiro bimestre deste ano, sete pessoas morreram, enquanto no ano passado quatro assassinatos foram computados no sistema policial. Mogi das Cruzes (de quatro para seis mortes), Ferraz de Vasconcelos (de duas para três mortes) e Poá (de nenhuma para uma morte) também contribuíram para o significativo aumento no número de homicídios dolosos (quando há a intenção de matar) registrados no G5 do Alto Tietê.
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