Cidades
Publicada em 31/07/2020 - 00h03min

Felipe Antonelli
Agressão ao guarda

SIG pretende ouvir mais dois suspeitos

Antes de encerrar as investigações sobre as agressões aos guardas municipais, na madrugada do último dia 18, no parque Bottyra Camorim Gatti, o Setor de Investigações Gerais (SIG) pretende identificar e ouvir mais dois suspeitos de participar da ação

Foto: Mogi News/Arquivo

Agressão aos GCMs ocorreu no último dia 18
Antes de encerrar as investigações sobre as agressões aos guardas municipais, na madrugada do último dia 18, no parque Bottyra Camorim Gatti, o Setor de Investigações Gerais (SIG) pretende identificar e ouvir mais dois suspeitos de participar da ação. Após a conclusão desta etapa, há a previsão de fechamento do inquérito, já no início da próxima semana.
Tal identificação só será possível devido ao depoimento dos guardas agredidos, Marcelo Moreno da Costa e Fabiana Jungers. Na oportunidade, fotos de suspeitos foram apresentadas pelos investigadores aos guardas, na tentativa de que eles reconhecessem possíveis agressores. Segundo o SIG, que não concedeu detalhes sobre o depoimento dos agredidos, alguns suspeitos foram identificados pelos guardas. O SIG afirmou que as investigações continuarão cautelosas para não acusar inocentes. O depoimento dos guardas estava sendo tratado como fundamental para o andamento das investigações.
Desde o início dos trabalhos investigativos, o SIG trata o caso como se uma minoria dos jovens que aparecem nas imagens tivesse agredido o guarda Marcelo Costa na madrugada do dia 18. De acordo com o setor, nas imagens divulgadas em redes sociais e na imprensa, é possível ver ao menos 15 indivíduos na ação, entretanto, poucos participam ativamente das agressões. O número total de suspeitos ouvidos até o momento coincide com as previsões iniciais do setor.
Na semana passada, um quinto suspeito de participar das agressões foi ouvido pelo SIG. Na oportunidade, o jovem confessou a ação. Até o momento, cinco jovens, sendo dois menores e três maiores de idade, foram ouvidos e, a maioria, liberada. O único preso foi um atendente de telemarketing, também suspeito de participar das agressões, que já foi transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mogi das Cruzes. (F.A.)
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