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A escolha do mal

Mauro Jordão
18/03/2018 às 06:10
Atualizada em 18/03/2018 às 06:10.
O assassinato da vereadora Marielle Franco chocou a opinião pública. O cargo que ocupava avultou a brutalidade do crime. Os protestos de rua, ou nas redes sociais, se fazem por horas, por dias e vão esmaecendo com o tempo. O mal invisível, como o ar que respiramos, continua presente em toda parte, tanto no campo como na cidade; torna-se visível quando a intenção de matar, roubar ou torturar se corporifica em vítimas.
Winston Churchill escreveu alguns anos antes da Segunda Guerra Mundial: "Enquanto os homens estão reunindo poder e conhecimento com sempre crescente rapidez, as suas virtudes e a sua sabedoria não têm mostrado nenhum aperfeiçoamento perceptível com o passar dos séculos. Sob suficiente pressão: fome, terror, paixão guerreira, ou mesmo o frio furor intelectual, o homem moderno que conhecemos tão bem praticará os mais terríveis atos, e a mulher moderna estará com ele, apoiando-o". É deprimente, mas realista. Gibbon, em sua obra, Declínio e Queda do Império Romano, expôs sua conclusão: "A história é pouco mais que um registro dos crimes, loucuras e infortúnios da humanidade".
Através de séculos e milênios o homem é repetitivo em praticar o mal com sabor de crueldade, infundindo o medo pelo poder das suas mãos calçadas com as luvas do ódio. Jesus, como juiz, trará condenação àqueles que rejeitaram a luz. Ele mesmo disse: "Eu sou a luz que veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más". Cristo, em sua missão na terra, sendo a própria verdade, é o único que pode nos libertar da escravidão do mal e do pecado, porque, segundo o apóstolo João, "o mundo jaz no maligno". Porém, o homem deixando a fé vertical pela razão horizontal, como arquiteto da sua própria ruína, construiu alicerces sobre os quais edificou sua própria verdade, relativa e imperfeita, que não liberta. Onde todos querem ter razão há grande confusão. A lei de uma sociedade saudável: Amar Deus acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo.
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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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