Editorial

Regularização

18/03/2018 às 06:10
Atualizada em 18/03/2018 às 06:10.
O crescimento desordenado das cidades é um dos principais responsáveis pelo desemprego. A falta de preparo para lidar com a crescente demanda, consequentemente gera serviços ilegais, como o transporte por meio de aplicativos de celular, como o Uber, por exemplo, vendedores ambulantes, flanelinhas, e muitos outros.
Por mais que não seja justo criar empecilhos para quem tenta "se virar nos 30" para tirar sua renda familiar mensal, também não é correto que essas atividades estejam livres dos impostos municipais. No caso do Uber, que parece ter se transformado em uma das profissões do momento, prefeitos, vereadores e secretários dos municípios do Alto Tietê se reúnem constantemente para liberar o transporte por meio de aplicativos de celular sem prejudicar quem já está na praça, no caso, os taxistas.
Outra maneira emergencial para driblar a crise é se transformar em um vendedor ambulante, no entanto, o problema é semelhante ao caso do Uber: é preciso regularizar, sim, esse tipo de comércio, porém, de forma organizada, sem danos aos vendedores já liberados. Em Mogi das Cruzes, o vereador Francimário Vieira (PR), o Farofa, apresentou na sessão dessa semana um projeto de resolução para a criação de uma Comissão Especial de Vereadores (CEV) para discutir melhorias aos vendedores ambulantes. Um dos fatores para a criação da comissão é o fato do crescimento de Mogi das Cruzes nos últimos dez anos, sendo o maior centro comercial de todo o Alto Tietê, registrando um aumento de 7,7% em estabelecimentos desde 2015. Outro ponto é o desemprego em alta.
Saindo da região para exemplificar, a Prefeitura de Cascavel, no Paraná, fará uma licitação para adquirir até 57 bicicletas adaptadas, com três rodas, que serão fornecidas a ambulantes que atuam na cidade. O objetivo da padronização é facilitar a identificação de quem está ilegal na atividade.
É preciso facilitar a atividade empregatícia a toda população, porém, a organização é fundamental para que, ao invés de trazer soluções práticas, não se tenha um acúmulo ainda maior de problemas para serem solucionados no futuro.
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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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