Trânsito

Quase 85% dos acidentes em Suzano são em vias municipais

Dados de novembro passado indicam que 438 casos ocorreram em ruas e avenidas administradas pela prefeitura

Felipe Antonelli
29/12/2019 às 06:10
Atualizada em 29/12/2019 às 06:10.
As vias municipais de Suzano têm se mostrado perigosas em razão do número de acidentes com vítimas em 2019. Os dados do Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga), divulgados mensalmente retratando a situação das vias, apontam que 84,7% das ocorrências em trânsito que deixaram vítimas, fatais ou não, aconteceram em vias municipais, sendo que apenas 14,8% destes acidentes ocorreram em rodovias que cortam a cidade.
Isso significa que, dos 518 envolvidos em acidentes neste ano em Suzano, 438 foram em ruas, avenidas ou estradas administradas pelo município, e apenas 80 acidentes com vítimas em rodovias mantidas pelo Estado ou por concessionárias.
Outro dado que chama atenção se refere ao número de acidentes com mortes que aconteceram nas ruas e avenidas suzanenses. Ao todo, 30 pessoas morreram em Suzano após se envolverem em algum acidente, seja como motorista, passageiro ou pedestre. Deste total 56,6% faleceram em ruas, avenidas ou estradas de Suzano, ou seja, 17 pessoas faleceram em vias urbanas. O restante dos óbitos é dividido entre rodovias (36,6) e não disponível (6,67%).
A região central da cidade é a que concentra o maior número de acidentes com vítimas, principalmente na rua Dr. Pudente de Moraes, especialmente no trecho da Vila Amorim; na avenida Vereador João Batista Fitipaldi no cruzamento com a rua Kunimitsu Konishi e no começo da avenida Brasil sentido viaduto Ryu Mizuno.
Outro ponto complicado da malha viária de Suzano é na rua Baruel, próximo à avenida Antônio Marques Figueira, onde, neste ano, cinco acidentes com vítimas foram registrados, segundo o Infosiga.
Mogi das Cruzes
Na vizinha Mogi das Cruzes a situação é parecida, mas com números diferentes aos registrados em Suzano pelo Infosiga. Dos 971 acidentes com vítimas de janeiro a novembro deste ano 81% aconteceram em vias municipais, e apenas 18,8% em rodovias que cortam a cidade. Isso significa que 786 acidentes com vítimas, fatais ou não, aconteceram nos limites das estradas mantidas pela administração municipal.
Para os mogianos, ou para quem trafega em Mogi, as áreas mais perigosas são a avenida Narciso Yague Guimarães, a Rua Ipiranga, no cruzamento com a rua Doutor Deodato Wertweimer, a avenida Francisco Ferreira Lopes em vários pontos de sua extensão e, dentre outras, a rua Coronel Cardoso Siqueira.
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