Biometria

Um quarto dos eleitores de Poá poderá ter o título cancelado

No total, a cidade possui 94 mil eleitores, destes, 26,6 mil correm o risco de perder o direito ao voto nas eleições

Gustavo Pereira*
09/01/2020 às 01:09
Atualizada em 09/01/2020 às 01:09.
Vitoria Mikaelli

Preparação das urnas eletrônicas para a eleição 2018 - Mogi - FOTO: Vitoria Mikaelli

Pouco mais de um quarto (28,1%) do eleitorado de Poá está com o título de eleitor em situação irregular porque não realizaram o cadastro biométrico. Isso representa 26.636 de pessoas aptas a votar em um universo 94.096 votantes. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além de Poá, as cidades de Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Salesópolis e Santa Isabel passaram pelo cadastro da biometria obrigatório no ano passado, onde a data limite para o procedimento era 19 de dezembro. Para que os eleitores destes municípios não percam o direito ao voto, é necessário ir até o cartório eleitoral até o dia 6 de maio para regularizar a situação.
Entre essas cidades, Santa Isabel tem o melhor índice de eleitores cadastrados, 82,7%, seguido por Salesópolis (81,1%), Ferraz (73%) e Arujá (72,1%). Para as localidades do Alto Tietê, em que a biometria não foi obrigatória, a porcentagem da população que já realizou o cadastro chega a 52,1%, como no caso de Suzano e 53,9% em Itaquaquecetuba. Mogi das Cruzes tem 59,7% do eleitorado cadastrado.
O cadastro biométrico começou no país em 2008, sendo implementada nos Estados por etapas. Segundo o TSE, a biometria é uma tecnologia que confere ainda mais segurança à identificação do eleitor no momento da votação. Acoplado à urna eletrônica, o leitor biométrico confirma a identidade de cada pessoa por meio das impressões digitais, armazenadas em um banco de dados da Justiça Eleitoral e transferidas para as urnas eletrônicas.
Ainda de acordo com o Tribunal, para que o eleitor possa regularizar a sua situação perante a Justiça Eleitoral, é necessário dirigir-se ao cartório eleitoral da sua cidade, com documento de identificação com foto, comprovante de endereço recente e o título de eleitor antigo, caso tiver. O prazo máximo é até o dia 6 de maio, após essa data, aqueles que não regularizarem o título, não terão o direito de votar nas eleições de outubro, além não poder emitir documentos, como carteira de identidade e passaportes.
(*Texto supervisionado pelo editor.)
 
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