Material escolar

Consumidor deve pesquisar preços

18/01/2020 às 06:10
Atualizada em 18/01/2020 às 06:10.
Irineu Junior/Secop Suzano

Suzano material escolar - FOTO: Irineu Junior/Secop Suzano

No mês que antecede a volta às aulas, o Procon de Suzano orienta os consumidores sobre a compra de material escolar e a atenção dos pais quanto à lista de itens exigidos. Em pesquisa realizada pelo órgão municipal, foi constatado que este ano há uma grande diferença de preços entre os mesmos produtos nas papelarias.
"Por isso, a primeira dica é: sempre faça a boa e velha pesquisa de preços antes de efetuar a compra. Evite também adquirir materiais com personagens, logotipos e acessórios licenciados, porque geralmente os preços são bem mais elevados", disse a diretora do Procon de Suzano, Daniela Itice.
Ela alerta ainda que o consumidor deve conferir quais dos itens da lista de materiais já tem em casa e se estão em condição de uso para evitar compras desnecessárias. "Inclusive, os pais podem solicitar que a escola verifique se sobrou algum material do filho e recolhê-lo ao final do ano letivo", sugeriu.
Já a lista deve ser bem analisada pelos pais. Conforme explica Daniela, a lei federal 12.886/13 determina que as escolas não podem exigir que o responsável pelo aluno compre qualquer material escolar de uso coletivo, como, por exemplo, de escritório, de higiene ou de limpeza.
Segundo ela, não pode ser exigido ainda a aquisição de produtos de marca específica nem grandes quantidades de cada produto. "É importante ressaltar que os pais devem verificar a marca e buscar a intermediária. É razoável procurar o material que seja de boa qualidade, mas não necessariamente o mais caro", comentou.
Os pais também devem ficar atentos ainda em relação à qualidade de alguns itens que devem ter certificação do Inmetro para serem comercializados. Entre eles estão apontador, giz de cera, lápis de cor, compasso e tinta guache. Essa certificação é obrigatória e garante a segurança do produto para uso das crianças.
"Por essa razão, evite comprar material escolar no comércio informal, como em camelôs. Pode até ser mais barato, mas o consumidor não terá a nota fiscal nem saberá a procedência dos produtos, podendo colocar o filho em risco. Os produtos importados devem seguir as mesmas recomendações dos nacionais, com informações em língua portuguesa", alertou.
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