Opinião

Tribuna

19/01/2020 às 06:10
Atualizada em 19/01/2020 às 06:10.
Natureza
Que não é possível controlar a força da natureza em momentos como os de fortes temporais, disso ninguém tem dúvidas, nem mesmo a população. Aliás, tomando a liberdade para um trocadilho, é "chover no molhado" usar esse argumento para justificar o que quer que seja. O que não dá para entender é o que acontece (ou não acontece) em algumas cidades da região depois que a chuva passa e deixa suas marcas.
Deixa lá
Em certos casos, a impressão é que nada foi feito e, pior, nada será feito para reverter os estragos, como os buracos que surgem nas vias. Não é preciso ir muito longe para notar um certo descaso. Uma volta na região central, em ruas até com um certo fluxo de veículos, é o suficiente para encontrar verdadeiras crateras. Algumas delas com nítido risco de acidentes, o que parece não ser considerado pelos órgãos responsáveis.
Culpada
Embora tenha chovido bastante ultimamente, o temporal mais forte aconteceu há quase duas semanas. E muitos buracos que surgiram continuam lá. Não se sabe até quando.
Invertido
Uma reunião entre o vereador Renato Ramos de Souza (Cidadania), o Renatinho Se Ligue, e o diretor do Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, Luiz Antônio do Nascimento, tratou de um problema que vem acontecendo com certa frequência. Segundo o parlamentar, há casos que deveriam ser atendidos nas Unidades Básicas de Saúde e acabam no hospital, enquanto situações que precisariam de atendimento do Regional são enviadas aos postos.
Diálogo
Há o entendimento de que isso traz superlotação e demora no atendimento do hospital e das unidades. A proposta do vereador é um canal de diálogo entre Regional, prefeitura, comissões de saúde das câmaras, Conselhos Municipais de Saúde da região, gerentes de postos, responsáveis pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e outros. O diretor do hospital teria acolhido e ideia e um encontro nesses moldes deverá ser marcado.
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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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