Comerciante é executado com três tiros na cabeça

Homicídio ocorreu às 8 horas do dia 24 de abril deste ano no escritório da vítima
Homicídio ocorreu às 8 horas do dia 24 de abril deste ano no escritório da vítima - FOTO: Juliana Oliveira
O comerciante Brigadeiro Sidney Rodrigues, de 64 anos, foi encontrado morto, com três tiros na cabeça, dentro do escritório financeiro que ele trabalhava, na manhã de ontem, por volta das 8 horas, no centro de Suzano. Nenhum objeto foi levado do local, o que levanta a suspeita de que a vítima tenha sido executada assim que chegou ao trabalho.

Quem encontrou o comerciante alvejado foi um familiar, momentos depois de chegar no escritório, localizado na rua General Francisco Glicério. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou as ser acionada, mas nada pôde ser feito para ajudar o comerciante.

Em conversa com a reportagem, o sargento Paiva, um dos policiais militares acionados para atender o caso, explicou o que viu: "A princípio não levaram nada, não houve testemunha também. Nós chegamos dez minutos depois do ocorrido, mas não foi localizado qualquer filmagem ou veículos que estivessem envolvidos na ação", explicou o policial.

Os PMs preservaram o local para a chegada da perícia da Polícia Civil. O escritório foi vistoriado, mas a princípio não foram encontradas as cápsulas das munições que alvejaram a vítima. O caso foi registrado em um boletim de ocorrência na Delegacia Central do município.

Investigação

O delegado do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, Rubens José Angelo, já está com uma equipe em ação para tentar descobrir quem seria o assassino do comerciante. No próprio boletim de ocorrência existe a informação de que a vítima teria discutido por diversas vezes com um conhecido, porém o Setor de Homicídios não confirmou se esse indivíduo pode ser apontado como o autor dos disparos que matou Rodrigues.

A reportagem esteve na General Glicério no período da tarde, e encontrou o prédio que funcionava o escritório fechado. Pessoas que conheciam a vítima se aproximaram e afirmaram, sem se identificarem, que o comerciante era um sujeito tranquilo. Eles também explicaram que desconhecem a informação de que Rodrigues teria algum desafeto que pudesse cometer o crime.

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