Alto do Ipiranga vai receber a segunda unidade do Ceman

Ceman prepara segunda unidade para o próximo ano, levando o elevado padrão de atendimento para o dobro do número atual de pacientes
Ceman prepara segunda unidade para o próximo ano, levando o elevado padrão de atendimento para o dobro do número atual de pacientes - FOTO: Mogi News
Uma segunda unidade do Centro Médico Andrade (Ceman) está sendo construída entre a avenida Braz de Pina e a rua Presidente Campos Salles, no Alto do Ipiranga, em Mogi das Cruzes, devendo ser inaugurada, possivelmente, na metade de 2018. "As obras já estão sendo feitas e será uma unidade maior que a primeira, com mais exames, mais procedimentos, Pronto-Atendimento pediátrico, Pronto-Atendimento Cardiológico e Pronto-Atendimento Clínico. Vamos continuar atendendo pelo particular, vários convênios, e teremos 50 médicos e 30 especialidades", contabilizou o médico cardiologista e proprietário do Ceman, Thiago de Andrade.

A primeira unidade do Centro Médico Andrade foi fundada em 2013 e funciona atualmente na avenida Fausta Duarte de Araujo, 160, no centro de Mogi. A equipe é formada por 25 médicos e 20 especialidades. Já no segundo Ceman, que está sendo construído, a previsão é que o número de atendimentos salte de 6 mil para 12 mil mensais.

Para a médica ginecologista Mariana Malatesta de Lima Andrade, que é proprietária do Ceman juntamente com o marido, o cardiologista Andrade, todo o sucesso do centro médico pode ser atribuído ao trabalho da equipe, que se consolidou como referência na região em seu segmento de atuação, tanto pelo grande número de especialistas e especialidades que atende, bem como em relação ao próprio atendimento, que prima pelo cuidado e excelência.

"Eu e meu sócio e esposo tínhamos esse sonho de fundar uma clínica que fosse diferenciada e que visse o paciente como uma pessoa realmente e não apenas como um número. Quando iniciamos éramos apenas nós dois e mais um médico e, aos poucos, fomos crescendo, mas sempre mantendo essa característica. Não imaginávamos que fossemos ter esse crescimento em tão pouco tempo", comemorou. 

Para Andrade, o relacionamento médico-paciente, no tocante à humanização no atendimento, é de fato o que destaca o Ceman, além de toda a parte técnica e tecnológica que envolve o trabalho dos médicos e o uso dos equipamentos em exames e diagnósticos. "Hoje o médico é muito separado do paciente e a gente consegue atender de forma humanizada e, ao mesmo tempo, com inovação tecnológica. Acredito que esse seja um dos nossos diferenciais", finalizou. 

EXPERIêNCIA E AMOR PELA PROFISSãO

Para Mariana, expansão é fruto do atendimento diferenciado
Para Mariana, expansão é fruto do atendimento diferenciado - FOTO: Erick Paiatto
Thiago de Andrade, médico há oito anos e proprietário do Centro Médico Andrade há quatro anos, em sociedade com a esposa, também médica, explica que, em caso de necessidade, encaminha pacientes para cirurgias cardíacas em hospitais renomados como da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Beneficência Portuguesa e Albert Einstein, em São Paulo.

Ele, que faz mestrado (fase de coleta de dados) na Equipe de Cirurgia Cardíaca do dr. José Honório Palma, da Unifesp, é também especializado em doenças da aorta e preza pelo atendimento humano, individualizado e com tecnologia de ponta. "Por exemplo: se uma pessoa chega com desmaio, fazemos eletrocardiograma na hora para entender o que aconteceu, no menor tempo possível. Costumo citar aquela frase do William Osler, de que 'a medicina é a arte da incerteza e a ciência da probabilidade'. Então, buscamos sempre o diagnóstico mais correto, porém, com um atendimento humanizado", ressaltou.

A sócia, a ginecologista e obstetra Mariana Malatesta de Lima Andrade, é formada em 2009 pela Faculdade de Medicina de Alfenas, e realizou residência médica pela Faculdade de Medicina do ABC . Ela também trabalhou na Santa Casa de Suzano, Hospital Ipiranga e São Luiz Anália Franco. Segundo ela, o amor pela profissão é de família. "Meu pai é médico ginecologista obstetra, então nasci e cresci acompanhando tudo isso. Então, decidi seguir essa carreira porque além de cuidar do paciente debilitado, a gente lida com a vida e nascimento é alegria e felicidade", assinalou (C.I.)

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