O homem de amanhã

Nos bons tempos da minha adolescência, quando, ainda chamavam São Paulo de "terra da garoa", a gente atravessava o viaduto do Chá em direção à rua Direita e no início da rua São Bento, se não me falha a memória, havia a uma loja de roupa infanto-juvenil que possuía uma propaganda comercial bem bolada para ser sempre lembrada "Garbo veste hoje o homem de amanhã". Fácil seria para os pais, na pura imaginação, se pudessem comprar para os filhos, na medida, as roupas elegantes da moral, da ética, da fé, do conhecimento e da sabedoria. Essas virtudes tecidas vestem bem, não envelhecem, não encolhem e nem desbotam, porque têm a qualidade do caráter.

Educar não é fácil, demanda sacrifício. Hoje, uma parte das escolas públicas e particulares, além do ensino aprovado, os alunos ouvem o que não deveriam ouvir, veem o que não se recomendaria ver e, também, aprender a se questionar quanto a sua identidade de gênero, deformando, assim, na mente em formação a visão já estabelecida do sexo de criação herdado no lar.

O debate acirrado sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal de permitir aulas de religião nas escolas públicas, não haveria, se todas as entidades religiosas fossem responsáveis no ensino dos seus dogmas às crianças nos seus templos. Na sala de aula dos educandários há diversificação de credos, e nem sempre o professor se ata ao histórico das religiões, tornando-se muitas vezes formador de opinião, podendo destoar da fé praticada pelo aluno.

No atual mundo humanista, até pastor de almas acontece de se curvar momentaneamente diante do deus dinheiro: "Querido, quando é que vamos fazer aquela desejada viagem?" "Quando a gente tiver dinheiro". Imediatamente ele refletiu: "Afinal, quem é que manda?" "Deus ou o dinheiro?".

O sucesso financeiro do lar pode comprar conforto, mas não paz. Do Trono de Deus vem bênçãos de amor, de paz e de alegria sobre a família. O melhor presente para você colocar nas mãos dos teus filhos é a Bíblia, ela contém o tesouro de Deus.