Outubro Rosa

Chega o décimo mês do ano e todos começam a falar sobre o Outubro Rosa. A iniciativa, que é um movimento internacional, visa promover a conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico do câncer de mama.

Criada em 1990, nos Estados Unidos, a campanha foi aprovada pelo Congresso Americano no mês de outubro e, por isso, a iniciativa foi reconhecida nacionalmente neste mês. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) hoje o câncer de mama mata mais de 30 mulheres por dia no país, sendo o segundo tipo de câncer mais frequente do mundo e o mais comum entre as mulheres.

A recomendação oficial do Inca é que a mamografia seja realizada como rotina a partir dos 50 anos e que o exame clínico seja feito anualmente a partir dos 40. Mulheres com alto risco, isto é, com histórico familiar ou mutações genéticas que favorecem o câncer de mama, devem fazer mamografia anual desde os 35 anos, acompanhada de exame clínico.

O movimento é muito sério e deve ganhar destaque. É de extrema importância enaltecer os meios de prevenção, pois, se diagnosticado e tratado precocemente as chances de cura são grandes. O laço rosa, por exemplo, simboliza a luta contra a doença e tem o objetivo de estimular a participação da população, de empresas e de instituições. Porém, além deste pequeno objeto, o público feminino precisa de serviços efetivos ao combate da doença que mais mata mulheres no mundo. O poder público não pode falhar quando se trata de saúde.

As mulheres também devem ficar atentas, pois o autoconhecimento é uma ferramenta importantíssima para a saúde, principalmente para observar alterações e procurar ajuda médica o quanto antes.

As orientações quanto ao autoexame pede atenção em sinais como nodulação, secreções, lesões na auréola -
entre eles descamação ou pequenos machucados que não cicatrizam -, além de caroços nas axilas. Então, é preciso ter cuidado, atenção e apoio clínico. A prevenção é a melhor forma de se manter saudável e perto de quem amamos.

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