Aplicativo de transporte municipal é sugerido à Prefeitura

Diegão acredita que novo  aplicativo é mais atraente
Diegão acredita que novo aplicativo é mais atraente - FOTO: Mogi News/Arquivo
Com o auxilio da tecnologia e o fomento a inovação do Polo Digital, um novo aplicativo municipal de transporte individual de passageiros está sendo sugerido à Prefeitura de Mogi das Cruzes, com a promessa que a ferramenta consiga baratear as corridas rendendendo ainda mais lucros aos motoristas.

Inspirado nos municípios de Belém (PA) e Salvador (BA), o vereador Diego de Amorim Martins (MDB), o Diegão propôs à administração municipal que ela fomente, por meio do Polo Digital e suas startups, uma nova ferramenta para o transporte por aplicativo. Segundo o parlamentar – que teve sua indicação aprovada nas últimas semanas – a prevalência deste aplicativo em relação aos outros, como os que já atuam na cidade (Uber e 99), seria enorme, uma vez que haveria um movimento natural de migração dos motoristas à plataforma municipal motivados pela taxa fixa e outros benefícios exclusivos do novo sistema.

“Vai acontecer o que ocorreu em outras cidades, até haverão motoristas cadastrados na Uber e 99, mas devido a facilidade de contato, o falta de imposto a pagar, a prefeitura conseguiria disponibilizar um preço baixo, e as pessoas mudariam para esta plataforma”, disse Diegão. Além disso, nas capitais onde já há sistemas municipais de transporte por aplicativo, a taxa mensal gira em torno de R$ 300,00, o que agrada os profissionais da área, pela certeza do valor final a ser destinado à plataforma.

Mesmo com o otimismo do parlamentar, o presidente da Associação de Motoristas por Aplicativo da Região do Alto Tietê (Amarati), Maicon Silva, disse que o novo aplicativo, caso seja criado, deverá inovar na forma de atrair os motoristas e oferecer bons preços aos passageiros. “É dificil hoje lançar um aplicativo para bater de frente com a Uber e 99, que dominam o mercado. São cerca de 600 aplicativos de mobilidade urbana individual no Brasil atualmente, e juntos, eles representam de 5 a 15% de todas as corridas; muito pouco”, comentou Silva. Para ele, existe uma demanda clara por esse tipo de locomoção, mas que hoje já é dominada pelas grandes empresas.

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