Pró-Saúde solicita o término de contrato

A Organização Social (OS) Pró-Saúde, gestora do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) de Mogi das Cruzes, ingressou com medida judicial solicitando o encerramento do contrato de gestão da unidade, justificando falta de repasses da Prefeitura de Mogi das Cruzes. Os 20 funcionários que atuam no Caps já estão cumprindo aviso prévio.

De acordo com a instituição, a gestão iria até 2022 respeitando um contrato de três anos, no entanto, a decisão de encerrar os serviços foi tomada após a entidade não receber, segundo alegou, os repasses municipais por pelo menos três meses de serviços. A medida têm como objetivo preservar os pagamentos dos 20 funcionários, enquanto ainda restam recursos financeiros na unidade.

No mês passado, a Prefeitura de Mogi havia explicado que o motivo da Pró-Saúde não receber os repasses provém de em uma ação trabalhista movida por uma pessoa de outra cidade, na qual a Justiça determinou o bloqueio do dinheiro que a Prefeitura de Mogi das Cruzes repassou à Pró-Saúde nestes últimos meses.

Assim, o recurso repassado pela prefeitura, da ordem de mais de R$ 600 mil, foi bloqueado pela Justiça para pagamento de ex-funcionário da organização social de outra cidade, prevendo ainda que a OS devolva o dinheiro repassado, até que volte às normalidades trabalhistas.

Atualmente, o atendimento na unidade do Caps AD está sendo realizado apenas para casos de urgência e emergência e devem prosseguir até a medida ser acatada. (N.T.)

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