Ouvir, ver e crer

A fragilidade social em que vivemos se deve ao humanismo ateísta que busca impedir a razão de abraçar a fé na busca da verdade revelada. Quando no templo, uma liturgia enriquecida por cânticos sacros acompanhados por um conjunto de instrumentos musicais, ou mesmo uma orquestra, faz surgir em nós o aroma suave e perfumado do Espírito nos convence que a nossa prece foi ouvida no céu.

Durante a semana, a pressa desfaz esse estado espiritual elevado na ansiedade de cumprir as metas de hoje e de amanhã. Se a carroceria da tua vida está cheia demais, é preciso lançar fora as cargas indevidas que pesam no coração. Se o teu jugo é insuportável se associe com Jesus porque o dEle é suave, se a tua carga é muito pesada busque viver com Ele porque a dEle é leve.

A xeretice da menina de 10 anos levou-a a encontrar na última prateleira da estante um livro empoeirado que despertou sua curiosidade: "Mãe, que livro é este?" "Este é o Livro de Deus, minha filha!" "Se é de Deus e não está sendo usado, por que a senhora não devolve para Ele?" Você já imaginou se a devolução fosse possível? Milhões de Bíblias, esquecidas num canto da casa, enviadas, desses lares, de volta para Deus. Não devolva não, meu irmão! Fique com ela, medite nela todos os dias, o seu lar será abençoado ao se cumprir a promessa de Deus de cuidar de você e de toda a sua família.

Muitos cristãos nominais vivem, hoje, como professassem um novo evangelho sem Cristo, uma nova doutrina sem Bíblia e uma nova fé que se exime de ser membro do Corpo Vivo de Cristo, que é a Igreja. Perde o sabor da Graça e atrai sobre si o juízo divino. O cristão nominal ouve, mas não vê porque tem cegueira espiritual, razão de não crer. Em dias dessa terrível pandemia se aproxime de Deus, Ele aviva a tua fé e a tua esperança para crer, mesmo sabendo da nossa fragilidade perante o adversário, que venceremos a batalha tendo a ciência como arma, o isolamento como estratégia e a poderosa Mão do Senhor dos Exércitos para destruir o inimigo.