Contrato assegura ganho mensal fixo aos catadores

Ampliação no número de ecopontos é um dos investimentos previstos com a PPP
Ampliação no número de ecopontos é um dos investimentos previstos com a PPP - FOTO: Ney Sarmento/PMMC
Desde o início da pandemia e das medidas adotadas para garantir o isolamento social e reduzir a propagação do vírus, há cerca de três meses, os catadores que atuam no Programa Recicla Mogi, vinculados à Cooperativa Cata Sampa, têm um ganho fixo garantido pelo contrato assinado com a Prefeitura de Mogi das Cruzes. Essa é uma preocupação da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e garante cerca de R$ 1,3 mil por mês aos 35 cooperados, mesmo com a suspensão temporária da separação de materiais na Usina de Triagem da Vila São Francisco - que atualmente passa por reforma.

"Nosso contrato com a Cata Sampa teve uma preocupação social desde o início e seguiu um modelo de parceria, que vem rendendo ótimos resultados, além de uma garantia de remuneração aos cooperados em um momento como este, que ninguém esperava que fosse acontecer um dia", explicou o secretário do Verde e Meio Ambiente, Daniel Teixeira de Lima.

Com a Usina de Triagem sem receber o material do programa Recicla Mogi desde o dia 21 de março, a coleta de lixo continua normalmente e os resíduos recicláveis devem ser incorporados ao lixo normal. Todo o material é enviado ao aterro sanitário de Jambeiro. Além disso, os ecopontos de Mogi das Cruzes (Jardim Armênia, Parque Olímpico e Jundiapeba) estão abertos para o recebimento de materiais recicláveis.

Os catadores da Cata Sampa foram deslocados para os ecopontos, onde trabalham usando máscaras e luvas. Além disso, todo o material é esterilizado com uma mistura de água sanitária dissolvida em água.

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