Vereadores defendem funcionamento noturno

Vereadores contestaram, na tarde de ontem, as diretrizes do Plano São Paulo aos setores que receberam a liberação para abrir as portas desde a última segunda-feira. A reclamação central foi pautada nos estabelecimentos com atuação noturna, que seguem sem abrir as portas.

"Não entendo essa decisão do governador. Quem eles ouviram para liberar restaurantes até as 17 horas?", questionou o vereador José Francimário Vieira (PL), o Farofa, que protocolou um ofício na Prefeitura para que seja revisto o horário de funcionamento dos comércios noturnos. No mesmo sentido, o parlamentar Mauro Araújo (MDB) criticou a Prefeitura por estar seguindo fielmente as determinações do Estado, sem questionamentos ou projetos independentes.

A reivindicação por mais tempo de atendimento presencial feita pelas padarias também chegou aos vereadores. O vereador Otto Rezende (PSD) afirmou que foi contatado por diversos proprietários do segmento, que alegaram necessidade de funcionamento num período maior.

O mesmo parlamentar apresentou uma indicação para mitigar os efeitos da Covid-19 na cidade. Rezende sugeriu à administração municipal a criação de uma frente de trabalho com 5 mil vagas de emprego para auxiliar na orientação à população sobre o combate ao novo coronavírus. "Ajudamos as pessoas que estão em vulnerabilidade social e ajudamos a cidade com informação e outras ações para combate à Covid-19", completou o parlamentar.

Novo PAC

A Câmara também aprovou a indicação do vereador Protássio Nogueira (PSDB) para que seja instalado um Pronto Atendimento ao Cidadão (PAC) no distrito de Cesar de Souza. (F.A.)