Há demônios dominando a política

Embora não se pode generalizar, pois há políticos com boas intenções, mas a maioria busca apenas os seus interesses pessoais visando à reeleição, interesses particulares, as vaidades e o poder. Entre os eleitores e o povo há gente malandra, muito mais que os políticos que passam nos gabinetes dos parlamentares e das autoridades do poder Executivo com o chapéu nas mãos fazendo os mais absurdos pedidos e favores. Os políticos ingênuos, se é que existem, são enganados pelo eleitor. Passam pelos gabinetes fazendo o mesmo pedido e "se pegar, pegou".

Dificilmente algum eleitor procura um parlamentar, prefeito ou governador para dizer-lhe: "Senhor! Estou aqui para trazer-lhe a minha contribuição". É a cultura do pedinte e dos favores. Em contrapartida, há políticos honestos e desonestos. Isto permite dizer que embora exista político que age e demonstre ser anjo, dentro de si há um demônio pronto para atacar.

O mesmo acontece com certos eleitores. O comportamento do mau político não educa o eleitor, ao contrário, ensina, através do seu péssimo exemplo que a vida na política é para os "espertos". Os integrantes das classes alta e média cometem atos fraudulentos, tais quais as pessoas da classe baixa. No entanto, os mais abastados tem vergonha dos seus atos e não desejam que ninguém os descubra. Por isso, agem como anjos, mas dentro de si, o anjo fica bem guardado e protegido, apagando os rastros deixados pelo demônio.

O mundo atual é de alta velocidade e todos se comunicam. Diante das facilidades e do poder conquistado, revela o demônio e este está na frente, dando péssimos exemplos. É o que acontece com o político criminoso que trabalha "escondidinho" em busca de grandes negócios e negociatas, porque o seu desejo é o poder financeiro. Os demônios da política são organizados, têm discursos falaciosos e autodomínio voltados para as ilicitudes. Estes demônios conseguem fazer um grande teatro de simulação.