Insensatos

Com o vírus que nos pegou de calças-curtas, e vem infelicitando famílias, ficou claro - se ainda não estava -, o desgoverno e a nojenta política em que estamos atolados.

Como exemplo primeiro, analise-se o discurso fácil do "engomadinho" governador que, até ontem, figura fácil na mídia, onde esbravejava e prometia o fechamento total, não resistindo as pressões vem com discurso eleitoreiro, e, em pleno pico de alta; com as infecções se expandindo até onde possível, proclama iniciar a abertura do comércio.

De outra banda, anunciam, também, que a partir de setembro, os alunos voltarão, fisicamente, às aulas. O passar dos anos parecem ter me emburrecido, eis que não entendi a lógica: se até agora os meninos aprenderam em casa, qual a necessidade de passarem dois meses, mais ou menos nas salas dos colégios?

Talvez o dinheiro fale mais alto; quem sabe o Estado perdulário para tantas outras coisas não possua verba para exercer sua função constitucional ante os mais necessitados, sei lá. A verdade é que, também o infante está passando a ser massa de manobra para os futuros candidatos à reeleição.

Por fim, nessa rápida, e quem sabe falha análise, cabe se conjecturar sobre a ação do pretenso presidente da república.

Preocupado em se cercar de correligionários, com medo que se pela de perder o mandato, e com ele o poder que acha que tem, fez agrado milionário a militares.

Sim, enquanto tantos se esforçam para receber R$ 600,00 por mês, e com a quantia conseguir sobreviver; no instante que o desemprego se tornou constante; quando as placas de vende-se ou aluga-se emolduram, como alegorias as cidades; brinda aos oficiais das forças armadas com vultosas quantias.

Um general estrelado, pode receber, bruta, a miséria de R$ 50.000,00!

Serviço essencial? Treinam bastante, mas, a mais que me engane, faz mais de século que não temos guerra com ninguém!

Enquanto isso os médicos, nossos anônimos anjos da guarda ...