É o fim do mundo

Nos bons tempos da adolescência em que estudava no Colégio Londrinense, em Londrina, Paraná, havia um professor de Português que gostava de espicaçar a classe, com um sorriso maroto, parodiando o profeta João Batista: "Eu sou voz do que clama no deserto... porém, não como gafanhotos e nem mel silvestre".

A mensagem impactante de João era dirigida ao povo judeu e aos religiosos de sua época pela rejeição de Jesus como sendo o Messias enviado ao mundo, prometido nas profecias do Velho Testamento. Sua pregação era simples e profunda: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus... Endireitai o caminho do Senhor como disse o profeta Isaias". Acontece um terremoto, uma pandemia, um acidente grave, uma praga de gafanhotos, e logo, na conversa, se ouve o velho chavão: "É o fim do mundo!"

Apesar da frase ser dita de forma tão banal, sem envolver nenhuma profecia, é de se pensar que deveríamos levar mais a sério tal afirmação no tempo atual, e ver que os sinais do Tempo do Fim preditos por Jesus, antes da Sua Volta, estão se sucedendo com mais frequência e maior intensidade como nunca aconteceram antes.

As apostas mais mal sucedidas foram nas profecias humanas que marcaram datas para o fim do mundo, todas fracassaram 100%. Quando os discípulos inquiriram Jesus a respeito do tempo que aconteceria suas previsões, Ele respondeu que não competia a eles conhecer tempos ou épocas e que isso é da exclusividade do Pai. No início do Evangelho de João lemos que Cristo, o Filho, é o Autor da Criação e que na Sua segunda Volta Ele porá fim a todas as coisas criadas, razão para afirmar em Apocalipse 22: 13 que Ele é o princípio e o fim.

João, nas revelações do Apocalipse, viu o novo céu e a nova terra que serão criados por Jesus e que não terão fim. O fim do mundo está mais próximo agora do que no tempo da pregação de João Batista, então, o melhor é crer em Jesus que perdoa os pecados e endireita o caminho tortuoso do mal em nossas vidas, antes que chegue o juízo de Deus.