Moção pede início dos trabalhos no rio Jundiaí

Com a proximidade do período de intensas chuvas em Mogi das Cruzes, a Câmara Municipal apelou ao Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) para que os trabalhos de desassoreamento do rio Jundiaí, no trecho dentro do município, sejam iniciados o quanto antes. 

A moção de apelo de autoria do vereador Iduigues Ferreira Martins (PT) foi aprovada por unanimidade no Legislativo e será encaminhada ao governador João Doria (PSDB) e ao superintendente do DAEE, Francisco Eduardo Loducca.

"O rio está obstruído", disse Martins. "O DAEE já comunicou que vai desassorear o rio, mas o verão está chegando e até agora nada", completou o vereador, citando os bairros que devem ser impactados pela temporada de chuvas, como Jardim Santos Dumont, Jardim Aeroporto, Oropó, Jundiapeba e Conjunto Santo Ângelo.

Ao anunciar que os trabalhos de desassoreamento no rio Jundiaí iriam sair do papel após mais de dez anos, o DAEE informou que estima o início das obras para novembro deste ano, com execução dos trabalhos por um período de nove meses.

Entretanto, questionado sobre a possibilidade do serviço de desassoreamento ter impacto no município já neste próximo verão, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Daniel Teixeira de Lima, afirmou que as melhorias da obra só poderão ser sentidas no próximo ano.

Pandemia 

Ainda na tarde de ontem durante sessão ordinária, a Câmara aprovou o projeto de lei que visa a obrigatoriedade das agências bancárias aferir a temperatura dos clientes ao entrar no estabelecimento. O texto de autoria do vereador Clodoaldo de Moraes (PL) determina a proibição de entrada de pessoas com temperatura corporal igual ou acima de 37,5º. O documento chegará em breve ao prefeito Marcus Melo (PSDB), que sancionará ou vetará o projeto de lei.

A Câmara também aprovou a indicação que solicita a ampliação para 60% de público nos cultos presenciais, que hoje são realizados com 30% da capacidade total. (F.A.)