Mortes ocorridas no Alto Tietê são 1,8% da Grande São Paulo

O número de mortes por coronavírus (Covid-19) em Mogi das Cruzes representa 1,8% de todos os falecimentos pela doença na Região Metropolitana de São Paulo. Os dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) apontam que, até a manhã de anteontem, havia 414 óbitos pelo vírus na cidade, em toda a região metropolitana são 22.153 falecimentos em decorrência da doença.

A Grande São Paulo é composta por 39 cidades, em que também estão inclusas Mogi das Cruzes, Suzano, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Arujá, Biritiba Mirim, Salesópolis, Guararema e Santa Isabel. São essas as que formam o Alto Tietê, onde os falecimentos por Covid-19 representam quase 7% do total na RMSP.

São Paulo e Brasil

Em outro comparativo, se relacionados com as 38.371 mortes pela doença em todo o Estado de São Paulo, os óbitos em Mogi das Cruzes correspondem a 1% do total, em relação ao país inteiro, os falecimentos não chegam a 0,26% de um total de 156.471 falecimentos registrados ontem. Para o levantamento, além dos dados disponibilizados pela Fundação Seade, também foram utilizados os números do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), que publica diariamente a evolução dos óbitos, confirmações e recuperações pela doença nos municípios signatários da entidade, incluindo Guarulhos e Santa Branca.

Com base no levantamento do Condemat, no Alto Tietê ainda existem 115.453 casos suspeitos pelo novo vírus aguardando os resultados, além de 74.502 diagnósticos negativos (descartados). Pouco mais de 25 mil moradores das dez cidades que integram a região também já se recuperaram da doença.

É importante relembrar que todo o Alto Tietê está, há duas semanas, na fase verde do Plano São Paulo, atuando com mais flexibilização dos comércios e serviços. A decisão do governo de Estado de São Paulo foi anunciada no dia 9 deste mês, quando os estabelecimentos comerciais, por exemplo, receberam a liberação para funcionar com 60% de ocupação.

Os cultos, missas e outros eventos religiosos também podem funcionar com até 60% da capacidade total de fiéis. Apesar do afrouxamento, é necessário que o uso de máscara e o distanciamento seja cumprido para continuar evitando a disseminação da Covid-19.