Corinthians quer começar reação diante do Vasco

Está virando rotina. O técnico Jorge Sampaoli "encosta" um jogador no Atlético-MG, vai lá o Corinthians e contrata. Na partida contra o Vasco, hoje, às 21h30, a equipe comandada pelo técnico Vagner Mancini terá a presença de mais um atleta que não vinha nem ficando no banco de reservas da equipe mineira: o lateral-esquerdo Fábio Santos.

Depois de acertar com o venezuelano Otero e o equatoriano Cazares, dois estrangeiros fora dos planos de Sampaoli, a diretoria do clube paulista trouxe de volta o lateral para sua segunda passagem no clube. Fábio Santos, de 35 anos, assinou contrato até o final de 2021 e sonha repetir o sucesso da passagem anterior, quando ajudou na conquista de seis títulos: dois Brasileiros (2011 e alguns jogos em 2015), um Paulista (2013), uma Libertadores (2012), uma Recopa (2013) e o Mundial de 2012.

Sua missão no momento é ajudar a tirar um pouco o peso das costas dos mais jovens pela péssima temporada. "É uma coisa minha de ter opinião e ajudar no vestiário. Temos líderes no clube, é importante ajudar, tirar a responsabilidade desses jogadores que vêm sendo criticados, têm uma carga pesada sobre eles. Chego para dividir essa carga com eles, venho muito motivado para desempenhar essa função. Me sinto bem fisicamente, os números das últimas temporadas provam isso, em relação a lesão, a números de jogos. Venho para ajudar em campo e paralelo no vestiário, com esses meninos", disse.

Fábio Santos já está regularizado e pode até aparecer na equipe como titular. Ele disputa a posição com Lucas Piton. Cazares também vive a expectativa de começar em campo pela primeira vez como titular. O trio de ex-atleticanos só não estará completo porque Otero levou o terceiro cartão amarelo e está suspenso.

Outra baixa é o centroavante Jô, que segue em tratamento de uma contratura muscular na panturrilha esquerda. A boa notícia é o retorno do meia Ramiro e do zagueiro Bruno Méndez, que voltam de suspensão.

Cássio, mesmo contestado pela torcida, deve continuar como titular. Após a goleada para o Flamengo, o goleiro reclamou de perseguição da torcida e colocou a decisão sobre sua saída do time nas mãos do treinador. (E.C.)

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