Notas Gospel

Cassiane está curada da Covid
Cassiane usou as redes sociais para compartilhar um vídeo sobre sua volta à igreja após a cura da Covid-19. A cantora e seu marido, Jairinho, lideram a Assembleia de Deus em Alphaville (ADAlpha), em Barueri (SP). A gravação foi feita no domingo (29), embora tenha sido compartilhada nesta segunda-feira. As imagens mostram a cantora sendo recebida pelos membros da igreja. Cassiane falou sobre a felicidade de ter vencido a doença. Ela expressou gratidão a Deus e a todos que oraram por sua vida. – Estou grata demais por estar curada e de volta à ADAlpha. Descansei segura na fé de Deus, que é o Deus de milagres, e que ouve nossas orações e é poderoso para curar. Gratidão pelas lindas palavras e orações de todos vocês – declarou. No último dia 13, Cassiane divulgou que ela e Jairinho tinham testado positivo para o novo coronavírus. No dia 23, o casal anunciou melhora no quadro de saúde. – Em apenas 5 dias (de tudo isso) refizemos todos os exames e o resultado da tomografia e exames de sangue completo foram surpreendentes. Ele nos disse ‘Os exames de vocês dois melhoraram substancialmente! E isso só Deus mesmo pode fazer! Agora é manter o cuidado e a medicação direitinho… e no domingo vocês estarão de alta, com cautela, e poderão voltar para a Adalpha Church’ – contou a cantora, na semana passada.
Urach: “A minha fé continua inabalável”
Apesar de romper com a Igreja Universal, Andressa Urach garantiu que sua fé continua inabalada. Em entrevista ao jornal O Dia, a modelo contou que vai continuar exercendo os ensinamentos do cristianismo. “Acho importante que todos possam entender que a minha relação com a igreja, com a instituição, é uma coisa. A minha fé é outra coisa. Como em toda relação, existem altos e baixos, e o meu relacionamento com a igreja continua, mas de uma outra forma. A minha fé continua inabalável”, garantiu Andressa. Andressa acredita que o grande problema das igrejas é a sua administração ser feita por seres humanos. “A igreja digo não somente a minha, mas todas, são feitas por homens, por isso elas tem defeitos, erros e temos de aprender a separar a igreja dos homens e a igreja de Deus”, reforçou. Além de ter rompido com a Universal, Urach também foi demitida da Record. mantém suas convicções religiosas e ainda acredita que o sexo deve estar conectado à sua fé, mas escolheu não julgar mais o próximo. Sobre o montante que desembolsou durante a época que servia aos dogmas da Universal, avaliado em cerca de R$ 1,5 milhão, Andressa revelou sobre a possibilidade de reaver o valor novamente. Ainda na entrevista, ela rebateu os rumores a respeito de que teria retornado a fazer programas. “Acredito que você nunca vá ser uma pessoa completamente perfeita para ninguém. Sobre essas insinuações eu apenas digo que essas pessoas sejam pessoas melhores e não julguem ninguém.”
Proselitismo religioso x crime de intolerância
O mero proselitismo, ainda que cause constrangimento a praticantes de outras religiões, não pode ser caracterizado como crime de intolerância, uma vez que está inserido no direito de crença e de divulgação de fundamentos religiosos. Com esse entendimento, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça absolveu um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná por intolerância. A acusação foi feita após o réu publicar em redes sociais uma mensagem questionando o fato de a Universidade Estadual de Londrina (PR), sob a justificativa de que o Estado é laico, ter vetado a realização de uma missa em suas dependências. Na mensagem, ele se referiu a uma peça de cunho cultural e religioso apresentada na cidade durante a Semana da Pátria, sobre o mito de Yorubá (perspectiva africana acerca da criação do mundo), como macumba. No entender do MP, o homem praticou crime de discriminação contra religiões de matriz africana. No recurso em Habeas Corpus interposto contra acórdão do Tribunal de Justiça do Paraná, a defesa sustentou a inépcia da denúncia por não expor o contexto dos fatos e pediu a declaração de nulidade absoluta do processo, em razão de suposta parcialidade do MP na condução do procedimento investigatório, alegando que os depoimentos que ampararam a denúncia foram produzidos previamente e eram todos idênticos.

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