Programa federal beneficia 1,5 mil crianças em Poá

Em quatro anos do Programa Criança Feliz, do governo federal, mais 1,5 mil crianças de zero a 6 anos, que residem em Poá, receberam visitas constantes das equipes de assistência social para promover o desenvolvimento integral. O programa tem o objetivo de gerar diretrizes para a formulação e a implementação de políticas públicas para a primeira infância.

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social não informou os números exatos de crianças atendidas no município. Já em Mogi das Cruzes, outra cidade beneficiada pelo programa, mais 900 criançadas foram atendidas, segundo informações da Pasta estadual. No Alto Tietê, somente Poá e Mogi fazem parte do programa.

Conforme explicou o Ministério da Cidadania, todas as políticas públicas são focadas na especificidade e na relevância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento infantil e no desenvolvimento do ser humano.

As visitas ocorrem na residência da família incluída no programa, elas representam uma estratégia de aproximação dos serviços com o público atendido e, por isso, favorecem um reconhecimento mais preciso das características, potencialidades e necessidades de cada família.

"Estudos mostram que as visitas domiciliares são efetivas para fortalecer os vínculos e as competências da família para o cuidado das crianças e promover o desenvolvimento infantil. Elas assumem, então, as perspectivas da prevenção, da proteção e da promoção do desenvolvimento infantil na primeira infância", acrescentou o Ministério da Cidadania.

Por meio de visitas domiciliares às famílias participantes do Programa Bolsa Família, as equipes do Criança Feliz fazem o acompanhamento e dão orientações importantes para fortalecer os vínculos familiares e comunitários e estimular o desenvolvimento infantil.

O programa é destinado a crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família; crianças de até 6 anos e suas famílias incluídas no Benefício de Prestação Continuada e crianças de até 6 anos afastadas do convívio familiar em razão da aplicação de medida protetiva prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.