Levantamento do IBGE mostra elevação do PIB no Alto Tietê

Entre os anos de 2017 e 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) anual das cinco cidades mais populosas do Alto Tietê apresentou um leve crescimento percentual. Os números mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram um crescimento de 5% de um ano para o outro em Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Poá. Em 2017, o PIB esteve em R$ 39.554.475 e aumentou para R$ 41.545.235 no ano seguinte.

Só em Mogi, o PIB aumentou de R$ 14.711.581 para R$ 15.386.499 entre os dois anos. Em Itaquá, o IBGE pontuou que o PIB de 2017 foi de
R$ 6.993.618 e foi para
R$ R$ 7.212.559 em 2018.

Já em Suzano, no mesmo período, o PIB também cresceu, passando de R$ 10.731.167 para R$ 11.147.866. De acordo com o economista e professor da Faculdade Piaget, de Suzano, José Marcos de Oliveira, esta pequena melhora de um ano ao outro representa a recuperação dos setores produtivos da região. "Não podemos nos esquecer que nos anos de 2015 e 2016 o Brasil enfrentou o período de recessão, naquela época foi o pior momento econômico em 20 anos", explicou.

Em Ferraz, o PIB passou
R$ 2.958.651 para R$ 3.137.940 e, em Poá, o valor aumentou de R$ 4.159.458 para R$ 4.660.371. Pensando naquele momento de grande dificuldade financeira para o país, é normal que em 2016 o valor anual do PIB na região tenha sido menor. A partir de 2017, segundo o economista, a recuperação do setor da Agricultura ajudou a resultar em ganhos.

"Isso demonstra uma recuperação na economia, ainda que seja pequena. Considerando que o Alto Tietê é um Cinturão Verde, o setor da Agricultura é extremamente importante para impulsionar a economia e foi um dos que apresentou melhora em 2018", explicou Oliveira.

De acordo com o IBGE, o PIB é a soma dos bens e serviços produzidos por um país, Estado ou cidade. Os países calculam o PIB nas respectivas moedas e medem apenas os bens e serviços finais para evitar dupla contagem. Se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, por exemplo, o seu PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.

Os bens e serviços finais são medidos pelo preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, é levado em consideração também os impostos sobre os produtos comercializados.

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