Quando no deserto II

O grande evangelista Billy Graham sentiu o desejo de levar, pessoalmente, a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo a atriz Marilyn Monroe. Esta o recebeu no intervalo da apresentação de um show. Depois de ouvir as palavras daquele homem de Deus ela assim se expressou: "Não preciso do seu Jesus".

Passados poucos dias desse encontro, ela foi encontrada morta, com overdose de barbitúricos na sua casa, em Los Angeles, no dia 5 de agosto de 1962. Nesse dia fatídico, a depressão fez dela um deserto de solidão onde a fama, o sexo, a bebida, as drogas, a fortuna e todos os prazeres do mundo não podiam preencher mais o seu angustiado vazio existencial.

O único que podia
salvá-la da morte e
saciá-la desta desesperada fome e sede de paz e amor seria Jesus, mas Ele foi rejeitado. Em João 6: 35 e 7: 38, Jesus afirma: "Eu sou o pão da vida; o que vem a mim, jamais terá fome; e o que crê em mim, jamais terá sede e do seu interior fluirão rios da refrescante água viva do Espírito".

Nesse festival de filmes de Natal que se apresentam na televisão, neste fim de ano, não ouvi, em nenhum deles, uma única vez a menção do nome de Jesus. Um cristianismo sem Cristo só pode resultar num Natal sem Jesus. Os que se dizem ser cristãos não parecem, pois não levam a família à igreja para cultuar a Deus e agradecê-Lo por Jesus que nos dá vida, saúde e bens; nos lares, os cristãos se reúnem para comer, beber e dar presentes, às vezes, até pelas mãos de um "Papai Noel" que é aplaudido, mas Jesus, o aniversariante, não é lembrado nem mesmo numa prece de gratidão.

A estratégia velada de Satanás de substituir na igreja o Velho Evangelho por um Novo Evangelho de liberdade de expressão possibilita você ser e se comportar de acordo com sua vontade, abolindo da sua mente das leis de Deus e dos homens. Quando no deserto da desilusão estamos sós, esfomeados e sedentos, o que nos rodeia se torna inútil para nos acalentar e confortar; só Jesus, Pão da Vida e Água Viva, pode nos salvar da areia escaldante do pecado.