Isolamento e solidão

Nosso desejo de conhecer pode preencher as lacunas encontradas no ambiente da cultura formal que muitas vezes não proporciona uma integração entre as experiências individuais, os conteúdos apresentados e as exigências sociais. A escola pode ser um lugar pitoresco se emprestarmos a ela nosso conteúdo interno para dar vida, em alguns momentos, parecer insípido.

Descobrir o que nos move nessa é o desafio para uma relação saudável com a aprendizagem e seu desdobramento, tanto em seu caráter formal como caráter informal.

Procuraremos, agora, explicar cada um destes elementos constitutivos da definição de solidão que pode ser definida como a falta de significado e objetivo de vida. A solidão pode produzir um sentimento de alheamento do indivíduo em relação aos demais, levando-o a um questionamento sobre as origens e o sentimento da existência.

"De onde vim? Para onde vou?" são perguntas que podem surgir nestas circunstancias. De imediato, o isolamento social já difere de solidão. Refere-se mais aos motivos e aspectos físicos da separação. Significa a privação de contatos sociais.

Por exigências de caráter abrangente, quanto à disseminação de um vírus, para lá de ofensivo, solidão e isolamento social não são a mesma coisa, embora apareçam às vezes inter-relacionados. Sabe-se que solidão é o estado do que se encontra ou vive só! No entanto, é um estado psicológico tão complexo que não cabe numa definição tão simples. Em termos psicológicos, uma melhor conceituação de solidão deve considerar pelo menos os seguintes aspectos: falta de significado e objetivo de vida, reação emocional, sentimento indesejado e desagradável, sentimento de isolamento e separação e deficiência nos relacionamentos.

Deficiência nos relacionamentos! Esta é uma das características de grande parte dos solitários, que culmina por produzir uma espécie de feedback em todo o processo de solidão, realimentando-o. Neste sentido, a solidão seria uma resposta à carência de relacionamentos sociais e afetivos.