2020: um ano para esquecer?

2020 é um ano para ser esquecido! Frase das mais faladas pelas pessoas nessa reta final de dezembro. É certo que ao final de 2019, ninguém imaginava que o então vindouro ano seria estrelado por um ser até então pouco conhecido, o coronavírus. Medo, angústia, recessão econômica, países fechados em decorrência de um vírus devastador.

Como otimista que sou, e quero continuar sendo, prefiro buscar em 2020 as inspirações que os momentos difíceis nos proporcionam. Bons marinheiros não são formados em calmos mares (é certo que não precisavam ser tão tormentosos).

Pessoalmente, fomos obrigados a olhar mais para nós mesmos e nossas famílias, e dar valor a coisas até então tratadas como banalidades ou supérfluas. Quanto vale poder ir ao supermercado? Ou fazer aquela viagem de férias planejada com carinho? Abraçar os pais e familiares queridos tem qual sabor?

Profissionalmente, a repensar aquilo que realmente é essencial, pois o trabalho em dias de lockdown praticamente inexistiu. Será que o trabalho remoto, até então visto com desconfiança, não seria uma alternativa? Mostrou ser; como também se mostrou o ser humano o mais essencial dos pilares de trabalho.

Os cartórios não pararam. Pelo contrário, mantiveram-se ao lado da população nos momentos mais difíceis, ofertando segurança jurídica. Além de não pararem, evoluíram. Assinatura digital de atos notariais, emissão digital e à distância de certificados digitais, autenticações eletrônicas são alguns exemplos de atos "quase" filhos da pandemia (já vinham sendo concebidos em tempos anteriores e se aperfeiçoaram/nasceram).

No protesto, várias ferramentas online foram incrementadas, de forma que apontar documentos, pagar e até mesmo cancelar podem ser feitos com perfeição na Cenprot.

2020: um ano do qual pretendo lembrar com carinho, com aquela sensação de superação e vitória. Saúde, paz e harmonia valem como nunca e certamente permearão nossas vidas em 2021.

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