Mortes no trânsito caem 2,9% em cinco municípios em 2020

Com 131 mortes no trânsito em 2020, o G5 - cinco cidades mais populosas do Alto Tietê - registrou uma redução de apenas 2,9% na comparação com 2019. Mesmo com a redução de tráfego decorrente do isolamento social em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19) a diferença foi pequena.
Um ano antes, quatro casos a mais foram registrados. Em 2019, 135 pessoas perderam a vida região. Os dados foram divulgados pelo Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga).
A redução de circulação de veículos e pessoas, uma constante durante vários meses do ano passado por conta da pandemia da Covid-19, representou pouca diferença nos índices de violência no trânsito para o G5. Só em dezembro, oito pessoas foram vítimas na região.
Entre os municípios que compõem o G5, Mogi das Cruzes detém o pior saldo de mortes no trânsito da região. Se distanciando do segundo colocado com mais que o dobro de casos, Mogi se consolidou em 2020 como a cidade mais violenta da região. Segundo os números informados pelo Infosiga, Mogi acumulou 63 mortes no ano passado, uma a menos do que o registrado em 2019, quando 64 casos foram reportados. A diferença representa uma queda de 1,5%.
Com 30 óbitos, Itaquaquecetuba apresentou uma redução percentual pouco mais significativa que Mogi. Em 2020 ocorreram 11,7% menos mortes no trânsito em Itaquá do que o registrado em 2019, quando 34 pessoas morreram na cidade.
Em seguida, porém não muito distante do informado por Itaquá, Suzano confirmou 29 mortes no trânsito no acumulado do ano passado.
A diferença com 2019 representa 3,3% menos casos. Em número totais, a diferença, assim como em Mogi, foi de um único caso. No ano retrasado, Suzano teve 30 mortes.
Destoando da tendência de redução, ainda que pequena no G5, Ferraz de Vasconcelos teve uma alta de 75% no número de mortes no trânsito. Em 2020, sete pessoas perderam a vida em acidentes nas pistas da cidade. Um ano antes esse número acumulado era de quatro casos.
Poá registrou a maior baixa percentual do G5, 33,3% menos casos do que o registrado em 2019. Em número totais, a redução é menos chamativa: de três óbitos registrados no ano retrasado caiu para dois em 2020.
*Texto supervisionado pelo editor.
 

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