Biden se compromete com aumento do salário nos EUA

Nova data será 19 de abril e não mais 1º de maio, como divulgado anteriormente
Nova data será 19 de abril e não mais 1º de maio, como divulgado anteriormente - FOTO: Divulgação

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou ontem que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está "comprometido" em aumentar o salário mínimo nacional de US$ 7,25 para US$ 15 por hora. A medida, proposta no pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão, enfrenta a resistência de parlamentares republicanos. "Ele acha que isso é um passo importante para trabalhadores e famílias", disse a assessora durante uma coletiva de imprensa.

Segundo Jen, os comitês do Congresso começarão a revisar os detalhes do pacote fiscal nos próximos dias. "Os republicanos terão a oportunidade de dar mais ideias para melhorar o projeto de lei", afirmou.

O Senado aprovou anteontem, por unanimidade, uma resolução que estabelece as regras para a divisão de poder na Casa, encerrando um impasse de semanas que impediu os democratas de terem controle sobre os comitês.

De acordo com Jen, a aprovação dos estímulos fiscais à economia é a "prioridade" do governo Biden, que continuará "engajado" com o Congresso.

Ela também disse que o presidente apoia o cancelamento de US$ 10 mil em dívidas estudantis, proposta que os democratas querem apresentar no Congresso.

Auxílio

Joe Biden sinalizou a congressistas democratas que está aberto a mudanças no seu pacote fiscal de
US$ 1,9 trilhão. Ele disse que está disposto a limitar os novos cheques de
US$ 1,4 mil apenas a americanos de baixa renda, o que poderia conquistar o apoio de republicanos à medida proposta pelo presidente americano. (E.C)