Amazonas receberá usinas de oxigênio

Estado enfrenta crise na saúde com o aumento no número de mortes por Covid-19
Estado enfrenta crise na saúde com o aumento no número de mortes por Covid-19 - FOTO: Getty Images/iStockphoto

O Ministério da Saúde vai entregar usinas de oxigênio a sete municípios do Amazonas nos próximos dias. Os equipamentos foram doados pelo Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, e pela Fundação Itaú.

Cada usina tem capacidade para gerar 26 metros cúbicos de oxigênio medicinal por hora.

O Amazonas enfrenta uma crise na saúde com o aumento no número de mortes pelo coronavírus (Covid-19) por falta de oxigênio nos hospitais.

De acordo com o ministério, dez municípios do Amazonas passaram a ter usinas de oxigênio para tentar frear a falta de equipamentos

A meta da Pasta é instalar 64 usinas em todo o Estado. O Hospital Getúlio Vargas, um dos que mais sofrem com a falta de oxigênio para tratamento de pacientes de Covid-19, vai receber uma das usinas disponíveis.

Na tarde de ontem, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prestou depoimento à Polícia Federal. O inquérito foi aberto e autorizado pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), e investiga se o ministro da Saúde foi omisso em relação ao colapso no sistema de saúde de Manaus.

Outras doações

A JBS anunciou que doou R$ 5 milhões para o Instituto Butantan para a construção do Centro Multipropósito para produção de vacinas em São Paulo. De acordo com a nota da instituição, a fábrica ficará pronta em setembro deste ano e irá dobrar a capacidade do instituto para fabricação de vacinas.

A empresa informou, ainda, que desde o início da pandemia já investiu
R$ 50 milhões em pesquisas científicas para a prevenção e combate à Covid-19 no país,

A Vale também anunciou anteontem a doação de
R$ 10 milhões ao Butantan para ajudar nas obras de ampliação do centro de produção de vacinas.