Aras não vê relação entre interferência de Bolsonaro na PF e orientações a Flávio

O procurador-geral da República Augusto Aras informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ontem que não vislumbra relação entre o inquérito que mira suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal e o caso das orientações dadas pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) à defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Para o PGR, a suposta atuação da Abin para ajudar o filho do presidente no caso das 'rachadinhas' não tem conexão com as acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, acusou o presidente de querer interferir no comando da PF para obter informações sigilosas.