Presidente anuncia prolongação de medidas restritivas no país

Segundo o presidente, as aulas na região da capital, Buenos Aires, serão suspensas
Segundo o presidente, as aulas na região da capital, Buenos Aires, serão suspensas - FOTO: Divulgação

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou ontem a prolongação em três semanas das medidas de restrição em vigor, a fim de frear o aumento de casos de Covid-19 no país, de acordo com publicação da Associated Press.

Em mensagem gravada, Fernández disse que as medidas decretadas há duas semanas "estão mostrando bons resultados", mas destacou que a "situação não está, de nenhuma maneira, resolvida" e, portanto, as restrições serão estendidas até o dia 21 de maio.

Ainda segundo o presidente, as aulas presenciais na região da capital, Buenos Aires, serão suspensas.

De acordo com levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins, a Argentina já registrou cerca de 2,9 milhões de infecções pelo novo coronavírus e mais de 63 mil mortes relacionadas à doença.

EUA

Nos Estados Unidos, o governador Andrew Cuomo anunciou que os restaurantes com ambientes fechados na cidade de Nova York poderão expandir a capacidade de lotação para 75% a partir da próxima sexta-feira de acordo com informações da American Broadcasting Company (ABC).

"Depois de uma luta longa e incrivelmente difícil, o estado de Nova York está vencendo a guerra contra o Covid-19, e isso significa que é hora de afrouxar algumas restrições impostas para proteger a saúde pública e ajudar nossos negócios locais", disse Cuomo.

Segundo ele, salões de cabeleireiro, barbearias e outros serviços de cuidados pessoais também aumentarão sua capacidade em 75% na mesma data. Já as academias e ginásios poderão funcionar com 50% da capacidade a partir de 15 de maio.

Na quinta-feira passada, o prefeito da cidade, Bill de Blasio, afirmou que Nova York planeja "reabrir totalmente" a partir de 1º de julho, a depender da aprovação do governo do estado.

Segundo os dados da Johns Hopkins, os Estados Unidos são o país mais atingido pela pandemia, com cerca de 32 milhões de casos confirmados e mais de 575 mil óbitos.

Rússia

Segundo publicação do The Wall Street Journal, a Rússia produziu o primeiro lote de uma vacina contra Covid-19 para animais, após a realização de testes que identificaram anticorpos em cães, gatos, raposas e martas.

Segundo o Rosselkhoznadzor, órgão de vigilância da segurança agrícola, foram liberadas 17 mil doses da vacina Carnivac-Cov.

Moscou afirmou que o imunizante provocou resposta imunológica em 100% dos animais vacinados e que empresas da Alemanha, Grécia e Argentina manifestaram interesse em adquiri-la.

O levantamento da Johns Hopkins indica que a Rússia acumula mais de 4,7 milhões de infecções pelo coronavírus e cerca de 108 mil mortes.

França

Na França, o ministro da Saúde, Olivier Véran, afirmou que o registro de novos casos de covid-19 estão diminuindo 20% por semana no país, de acordo com o La Tribune. Com isso, o governo francês tem anunciado a flexibilização das medidas de restrição previstas no terceiro lockdown decretado no país.

Canadá

O Canadá começará a receber as vacinas contra a Covid-19 da Pfizer na próxima semana. As doses foram produzidas nos Estados Unidos.