Assassinatos no G5 regional têm queda de 1,96% no ano

Por outro lado, os casos de roubo gerais tiveram aumento no período analisado
Por outro lado, os casos de roubo gerais tiveram aumento no período analisado - FOTO: Divulgação

Os crimes de homicídio nas cinco cidades mais populosas do Alto Tietê, o G5, apresentou ligeira queda de 1,96% na comparação com o primeiro semestre deste ano com o mesmo período do ano passado. Os dados foram liberados ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e revelam que, durante os seis primeiros meses de 2020, foram 51 assassinatos cometidos em Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá e Suzano, sendo que no mesmo período deste ano, esse número foi de 50 crimes.

O destaque positivo vai para Mogi, que reduziu em 26,6% a quantidade de homicídios dolosos na comparação com os dois períodos, passando de 15 casos em 2020 para 11 neste ano, por sua vez, Suzano apresentou um aumento de 44,4% entre os períodos, saindo de nove casos no primeiro semestre do ano passado para 13 neste último.

Em relação aos roubos gerais, modalidade criminal que envolve todos os delitos cometido por meio de violência, com exceção dos roubos de veículos, o G5 do bloco regional apresentou números estáveis, com uma pequena queda de 0,07%. Isso significa que 4.080 assaltos foram registrados no primeiro semestre do ano passado, ao passo que 4.083 foram oficializados nas delegacias das cinco cidades.

Diferente do que ocorreu com os casos de assassinato, Mogi apresentou alta nesta modalidade criminal, passando de 518 casos nos seis primeiros meses de 2020 para 572 no primeiro semestre deste ano, no entanto, Itaquá, que possui o maio volume registrado desse indicador, foi a cidade que mais reduziu os roubos percentualmente, registrando 1.475 casos em 2020 para 1.417 neste ano, uma queda de 3,93%. Suzano se aproximou do percentual regional, fechando o primeiro semestre desde ano na comparação com o mesmo período do ano passado com um alta de 1,19%, passando dos 839 assaltos entre janeiro e junho do ano passado para 849 nos primeiros seis meses deste ano.