Economia

Ministério reduz para US$ 81,5 bilhões projeção de superávit comercial

Agência Brasil
01/07/2022 às 19:10

O aumento de gastos com fertilizantes e combustíveis fez o Ministério da Economia revisar para baixo a projeção de superávit comercial (exportações menos importações) em 2022. A estimativa caiu de US$ 111,6 bilhões previstos em abril para US$ 81,5 bilhões, redução de 27%. A cada três meses, o governo divulga uma nova previsão.

Apesar da queda, esse deve ser o melhor resultado anual da balança comercial desde o início da série histórica, em 1989. O melhor superávit comercial registrado até hoje foi no ano passado, quando o país exportou US$ 61,407 bilhões a mais do que importou, beneficiado pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional).

Segundo o subsecretário de Inteligência e Estatísticas do Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, a diminuição da estimativa está relacionada aos altos custos de importações dos combustíveis e fertilizantes. “A revisão é consequência de uma despesa maior [com importações] provocada pelos preços crescentes, em razão do conflito entre Rússia e Ucrânia e de todas as disrupções que observamos nas cadeias de suprimentos”, explicou.

Tanto as estimativas de importações e de exportações subiram. A projeção para as compras do exterior subiu de US$ 237,2 bilhões previstos em abril para US$ 268 bilhões agora. Do lado das exportações, a previsão teve um leve ajuste, subindo de US$ 348,8 bilhões para US$ 349,4 bilhões. Os valores são recordes para esses parâmetros.

Impacto da guerra

A guerra entre Rússia e Ucrânia impactou a balança comercial em junho. Por causa do aumento de gastos de itens que encareceram com o conflito, o superávit no mês passado totalizou US$ 8,814 bilhões, com recuo de 15,4% em relação a junho de 2021.

Os preços internacionais dos adubos e dos fertilizantes subiu 144,7% em junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O preço médio dos combustíveis comprados do exterior aumentou 104,4% na mesma comparação. No trigo, outro produto que o Brasil importa em grande quantidade, a alta chega a 44,6%.

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