PIB de Suzano cresce 76,9% de 2008 a 2018, aponta Seade

O Produto Interno Bruto (PIB) de Suzano cresceu 76,9% entre 2008 e 2018. De acordo com a mais recente atualização da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), a década analisada saltou de R$ 6.300.797 para
R$ 11.147.866. O PIB per capita também registrou aumento e se consolidou como o mais elevado do G5 - conjunto das cinco cidades mais populosas do Alto Tietê. O valor passou de R$ 24.608 para R$ 37.619 no período.

Para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego, os números são extremamente positivos pois, apesar de haver ocorrido um crescimento como um todo no país, o índice da cidade superou a média nacional.

"A Pasta atribui este cenário a vários fatores, desde o aumento demográfico na região leste de São Paulo, que acabou se tornando um grande centro de atração de investimentos comerciais e habitacionais, até a estratégica localização do município e o bom desempenho das indústrias, que sentiram menos os impactos das crises das últimas décadas, como as de celulose, químicas, farmacêuticas e as de pequeno e médio porte com produção diversificada", explicou a Prefeitura.

Para o secretário André Loducca, o PIB cresce de maneira vigorosa quando há todos esses fatores e também a participação do Poder Público. Segundo ele, Suzano tem um potencial enorme e despontou na região leste de São Paulo como um polo importante de desenvolvimento.

"Isso tem a ver também com a criação de ambientes favoráveis para investimentos e negócios. O investidor gosta deste cenário em que ele se sinta seguro e certo de que terá o retorno esperado. Sem dúvida, o crescimento do PIB foi bom, mas acredito que será ainda maior. De nossa parte, vamos continuar cuidando da cidade em todos os sentidos, procurando constantemente novas oportunidades e sendo facilitadores de investimentos", destacou Loducca.

Um dos mais importantes indicadores econômicos, o PIB apresenta a soma de todos os bens e serviços produzidos em uma área geográfica. Por meio dele é possível verificar detalhes da dinâmica e medir a atividade econômica de um município, Estado ou país.

Por sua vez, o PIB per capita dá indícios da qualidade e do padrão de vida da população, uma vez que é resultado do valor total do indicador dividido pelo número de habitantes da área.

Alto Tietê

Outras cidades do G5 também apresentaram crescimento significativo do PIB. É o caso de Mogi das Cruzes. Em 2008, seu PIB era de R$ 7.236.798 (R$ 19.234 per capita) e, em dez anos, aumentou 112,6% atingindo R$ 15.386.499
(R$ 34.704 per capita).

Poá registrava em 2008 um PIB de R$ 3.441.498
(R$ 33.106 per capita), subindo 35,4%, uma elevação para R$ 4.660.371
(R$ 36.577 per capita) dez anos depois.Em Itaquaquecetuba, o PIB subiu de R$ 2.452.457
(R$ 7.864 per capita) para R$ 7.212.560 (R$ 19.402 per capita), um crescimento de 194,1%. Com o menor indicador do G5 surge Ferraz de Vasconcelos. Em 2008 seu PIB era de R$ 1.353.555 (R$ 8.298 per capita), tendo uma alta de 131,8% nos dez anos estudados, chegando a R$ 3.137.940 (R$ 15.735 per capita).

* Texto supervisionado pelo editor.

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