Grupo quer academias como serviço essencial em Mogi

Furlan acredita na sequência do trabalho
Furlan acredita na sequência do trabalho - FOTO: Mogi News/Arquivo

Os profissionais de Educação Física, alunos e atletas mogianos estão promovendo um abaixo-assinado para reabilitar as atividades físicas como essenciais no município. Os mais de 5,1 mil assinantes apelam ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) pelo reconhecimento da lei municipal que permitia o funcionamento de academias e demais estabelecimentos para a prática de atividade física durante a pandemia do coronavírus (Covid-19).

Proposta pelo vereador Marcus Furlan (DEM) e aprovada no ano passado pela Câmara Municipal, a Lei 7.565 classificou academias como essenciais e, portanto, poderiam funcionar mesmo nas fases mais restritivas do plano São Paulo, como a vermelha, decretada pela Prefeitura na terça-feira passada. No entanto, no final de fevereiro a permissão foi suspendida após decisão do TJ. "A essencialidade das academias e atividades físicas consiste na necessidade que muitas pessoas possuem até mesmo para tratar suas comorbidades e manter a imunidade alta", explicou Furlan. Com a suspensão das atividades, associações informais de academias, assim como profissionais do segmento e também alunos, promoveram uma petição pública que alcançou mais de 5 mil assinaturas em 24 horas.

"Temos diversas atividades que foram classificadas como essenciais, porém os profissionais de Educação Física, que são considerados como profissionais da Saúde também pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS), estão proibidos de fornecerem seus serviços", lamentou o parlamentar.