Prefeitura segue no trabalho de readequação de secretarias

Administração municipal também informou que dará mais informações em breve
Administração municipal também informou que dará mais informações em breve - FOTO: Divulgação/PMMC

No seu terceiro mês de nova gestão, a Prefeitura de Mogi das Cruzes segue trabalhando de forma interna para viabilizar o processo de criação de duas novas secretarias e a renomeação de uma terceira.

No início de dezembro de 2020 o então prefeito eleito Caio Cunha (Pode) anunciou, juntamente com os integrantes de seu gabinete, a intenção de remodelar três Pastas do secretariado municipal. Durante os anúncios da formação do gabinete municipal, no período de transição entre gestões, foram anunciadas mudanças no funcionamento de três pastas.

A primeira seria na Secretaria de Verde e Meio Ambiente, que passaria a ficar responsável por projetos e programas voltados à conservação ambiental. A emissão de licenças ambientais ficaria a cargo da Secretaria de Planejamento e Urbanismo, e a poda de árvores ficaria com a pasta de Obras e Serviços Urbanos.

Esta última pasta, segundo o prefeito de Mogi das Cruzes, seria a fusão das secretarias de Obras e de Serviços Urbanos. A Pasta ficaria responsável pela execução de obras e políticas públicas de manutenção e limpeza urbana. Com o remanejamento, seria criada a nova Secretaria de Transparência e Participação, com o objetivo de apresentar de maneira direta os atos do poder Executivo.

Questionada pela reportagem, a Prefeitura informou que, neste momento, não é possível adiantar informações sobre o assunto, e que em breve mais detalhes sobre o andamento da criação das pastas serão divulgados.

Cem dias

As mudanças no secretariado municipal têm sido um assunto recorrente dentro da administração municipal nos primeiros três meses de mandato. No caso mais recente, a secretária de Educação, Rose Tonete, pediu demissão do cargo por motivos pessoais. A Pasta segue sob comando interino até que seja anunciado um novo nome para a titularidade.

No final de janeiro, o secretário de governo de Mogi, Francisco Camargo, chegou a ser questionado publicamente por um militante político que protocolou um pedido de cassação do secretário e do prefeito Caio Cunha na Câmara de Vereadores. No pedido, foi alegado que o prefeito nomeou de maneira irregular Camargo, que teria sido barrado pela lei da Ficha Limpa em Santa Catarina. A Procuradoria Geral Legislativa da Câmara Municipal arquivou o pedido.

Já no início de janeiro, o secretário-adjunto de Esporte e Lazer, Reinaldo Barreiros, teve seu nome associado a declarações de cunho antidemocrático durante as eleições de 2018. Após questionamentos por parte da opinião pública e da administração municipal, Barreiros retratou-se pelas declarações e pediu afastamento do cargo.

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