Mogi adere a consórcio nacional para compra de imunizantes

Município também aderiu ao Unidos pela Vacina para complementar aplicação
Município também aderiu ao Unidos pela Vacina para complementar aplicação - FOTO: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Prefeitura de Mogi das Cruzes encaminhou ontem o Projeto de Lei à Câmara Municipal que autoriza o município a aderir ao consórcio da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para a aquisição de vacinas, medicamentos, insumos e equipamentos na área da saúde para o combate à COVID-19. O pedido foi feito ao legislativo em regime de urgência.

O consórcio público permitirá que a cidade possa fazer a aquisição de vacinas contra o coronavírus, por exemplo. A iniciativa conta com mais de 1.700 municípios, que poderão receber este suporte caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), do governo Federal, não consiga suprir a demanda nacional.

Mogi das Cruzes aderiu ao protocolo de intenções no começo do mês e os recursos para estas medidas poderão vir de diversas fontes, como repasses de verbas federais ou emendas parlamentares, por exemplo.

Como forma de assegurar a imunização dos mogianos, o município também aderiu ao "Unidos pela Vacina", um movimento social lançado em fevereiro deste ano, para complementar as doses aplicadas na população. Esta ação contará, principalmente, com a força da sociedade organizada: empresas, profissionais liberais e líderes sociais.

Esta iniciativa tem o objetivo de facilitar o processo logístico e a distribuição dos insumos e imunizantes pelo país. Para o prefeito Caio Cunha (Pode), estas iniciativas podem ser uma alternativa caso haja algum atraso no processo de vacinação.

"Uma ação complementa a outra - o consórcio da FNP facilita a aquisição dos insumos e o movimento 'Unidos Pela Vacina' ajuda na entrega. Sabemos que a prerrogativa para a compra e distribuição das vacinas é do governo Federal. Contudo, neste cenário de pandemia da Covid-19, caso o Plano Nacional de Imunização não dê conta de toda a demanda, é melhor estarmos preparados para completar a vacinação da população mogiana", finalizou Cunha.