Amigos prestam as últimas homenagens a Fumio Horii

Horii criou empresas de mineração e hotelaria
Horii criou empresas de mineração e hotelaria - FOTO: Osny Garcez/Arquivo

Mogi das Cruzes e o Alto Tietê perderam um de seus maiores nomes no meio empresarial neste final de semana. Fumio Horii faleceu aos 87 anos, no domingo, após um mês internado na capital em decorrência da Covid-19. O corpo do empresário foi enterrado na tarde de ontem, no Cemitério São Salvador. Amigos, parentes e autoridades lembraram da bondade e do brilhantismo do empreendedor.

Horii era conhecido por ser um dos empresários mais bem sucedidos da região. O imigrante japonês, que escolheu Mogi como lar aos 18 anos, fez seu nome nas áreas de mineração, hotelaria e imobiliária. Horii deixa a mulher, filhos e netos.

Entre as autoridades da região, os prefeitos de Mogi e Suzano prestaram homenagens em suas redes sociais ao "rei do caulim", apelido pelo qual Horii ficou conhecido após ter descoberto o minério que deu início aos seus empreendimentos nos anos 1960. 

"Horii também era conhecido por sua bondade, amizade e amor ao próximo. Que o nosso Deus misericordioso o receba de braços abertos e console o coração de todos aqueles que, como eu, tiveram a sorte de conviver com você. Descanse em paz, amigo!", disse o prefeito de Mogi, Caio Cunha (Pode).

Rodrigo Ashiuchi (PL), prefeito de Suzano, destacou a filantropia de Horii ao longo de sua vida e participação na reconstrução da escola estadual Raul Brasil, após o massacre que vitimou dez pessoas em 2019.

"Uma pessoa com uma história brilhante de sucesso que começou lá de baixo e todos os dias com muito trabalho e muito suor construiu uma caminhada invejável, repleta de muito sucesso. De forma anônima Horii ajudou muitas pessoas e foi de grande importância para a colônia japonesa no Brasil", declarou Ashiuchi.

Entre amigos e funcionários, ele foi recordado por seu espirito visionário. "Fumio Horii foi um empresário notável e vai fazer muita falta. Empreendedor visionário, sempre esteve à frente de seu tempo", destacou Celuceia de Souza Campolino dos Santos, contadora do grupo Horii.

*Texto supervisionado pelo editor.

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