Leitos Covid de UTI estão com ocupação de 72,6%

Municipal é referência para pacientes com Covid
Municipal é referência para pacientes com Covid - FOTO: Emanuel Aquilera

Com ocupação de leitos exclusivos para coronavírus (Covid-19) controlados desde abril, os hospitais mogianos viviam colapso há dois meses. Ontem, segundo atualização da Secretaria Municipal de Saúde, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) registrava ocupação de 72,6% e a Enfermaria 58,8%. A taxa atual também é inferior a média na Região Metropolitana de São Paulo.

Considerando leitos da rede estadual, municipal e particular, Mogi conta com 164 leitos de UTI nos quais 119 pessoas estão internadas e 45 vagas estão livres. Na Enfermaria, dos 226 leitos, 133 estão ocupados com pacientes em reabilitação e 93 estão disponíveis. É a maior estrutura de Saúde do Alto Tietê, no entanto, a quantidade vem com o ônus de atender pacientes de toda região.

Há dois meses, a taxa de ocupação da UTI era de 100% nos oito hospitais do município. Na ocasião, Mogi vivia o colapso do sistema de Saúde e pacientes aguardavam em fila para serem internados. Após aplicações de medidas mais severas que os municípios vizinhos, Mogi ostenta um dos melhores índices de ocupação de leitos da região.

Conforme atualização do governo do Estado, até ontem a taxa média dos hospitais da região metropolitana era de 76,6% na UTI e 59,1% em Enfermaria. Entre as unidades regionais, a situação ainda é delicada para o Hospital Regional Doutor Osíris Florindo Coelho, em Ferraz de Vasconcelos e o Santa Marcelina de Itaquaquecetuba.

O primeiro registra taxas de 96,15% de ocupação na UTI 65,38% na Enfermaria. A unidade de Itaquá informou operação de UTI com 65% de ocupação e Enfermaria em 100%.

*Texto supervisionado pelo editor.