Itaquá, Biritiba e Ferraz vão receber recursos do Estado

De acordo com o governo do Estado, Biritiba receber o menor repasse: R$ 405 mil
De acordo com o governo do Estado, Biritiba receber o menor repasse: R$ 405 mil - FOTO: Mogi News/Arquivo

O governador João Doria (PSDB) e o Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, apresentaram ontem, no Palácio dos Bandeirantes, o plano de aplicação de recursos do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (Fumefi) 2021.

Serão disponibilizados
R$ 22 milhões para dez contratos assinados, que somados aos R$ 37 milhões em outras obras em andamento, totalizam R$ 59 milhões em recursos liberados para a Grande São Paulo. Para o Alto Tietê serão destinados recursos para Biritiba Mirim (R$ 405 mil); Ferraz de Vasconcelos (R$ 5 milhões) e Itaquaquecetuba (R$ 2,7 milhões) para obras de infraestrutura urbana.

"Hoje (ontem) assinamos a ampliação do plano de aplicação de recursos do Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento. Fico feliz de ver prefeitas e prefeitos participando com iniciativas e programas do Governo do Estado, que não são para beneficiar prefeitos e governos, mas a população de pequenas, médias e grandes cidades. Tenho certeza de que esses recursos transferidos com apoio dos parlamentares priorizarão os mais pobres e os mais humildes, que são os mais afetados nessa pandemia", disse Doria.

"A premissa do governo do Estado é trabalhar para aqueles que mais necessitam, sobretudo de investimentos. Para diminuir as desigualdades anunciamos esse repasse para a Grande São Paulo, por meio do nosso Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento. São recursos destinados a mobilidade, iluminação pública, parques, estradas, e uma série de outras obras que vão melhorar a vida da população da Grande São Paulo", afirmou o Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi.

Serão contempladas as mais importantes obras de infraestrutura com interesse comum da Região Metropolitana, característica obrigatória na aprovação de projetos a serem desenvolvidos. Os municípios apresentarão os projetos executivos com as novas propostas e obras a serem executadas.
"Os recursos são direcionados e calculados por meio de um índice composto pela população, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, da Secretaria da Fazenda. Esse índice também cobre eventual perda de recursos provindos do ICMS," explica o Secretário Executivo do Fumefi, Vivaldo Filho.