Assistência Social presta contas do 1º quadrimestre

Secretária Celeste Xavier relatou ações da Pasta
Secretária Celeste Xavier relatou ações da Pasta - FOTO: Divulgação/CMMC

A Secretaria de Assistência Social de Mogi das Cruzes realizou na manhã de ontem a audiência pública para prestação de contas dos trabalhos do primeiro quadrimestre do ano. O encontro, que contou com a participação da Comissão Permanente de Assistência Social e Direitos Humanos, abordou os primeiros números da nova administração, os desafios e propostas para a área.

A reunião teve a presença da secretária de Assistência Social, Celeste Xavier Gomes, juntamente de sua equipe. A audiência foi coordenada pelo presidente da Comissão de Assistência Social, vereador Edson Santos (PSD), juntamente com os demais integrantes do corpo suprapartidário, além da presença do presidente da Casa, vereador Otto Rezende (PSD).

A prestação de contas também mostrou os números do Auxílio Emergencial Mogiano, programa de transferência de renda que destina três parcelas de R$100 para famílias em situação de vulnerabilidade. Nos levantamentos da Pasta, 31.911 beneficiários estão ativos no programa.

Segundo o levantamento, 122.228 pessoas, ou 48,2 mil famílias, estão inscritas no Cadastro Único do município - tal número corresponde a 27,1% da população da cidade. No entanto, deste número, 79.633 pessoas, ou 30.217 famílias, estão classificadas como em situação de extrema pobreza e dependem de ações do poder público para garantir sua sobrevivência.

Celeste tratou de números como o orçamento da Pasta para o exercício de 2021, que é de R$ 38,5 milhões, que une investimentos municipais, estaduais, federais e de fundos especiais, sendo a grande parte de responsabilidade da Prefeitura
(R$ 31,4 milhões).

Questionada pela vereadora Inês Paz (Psol) sobre a capacidade dos sete Centros de Referência da Assistência Social (Cras), que atenderam 5,6 mil pessoas por mês em média desde janeiro, a secretária municipal pontuou que os serviços não pararam durante a pandemia, mas que será necessário pensar no futuro em "novas ferramentas" para atender à demanda da população.

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